sábado, janeiro 20, 2018

UMAS NO CRAVO E OUTRAS NA FERRADURA



 Jumento do Dia

David Justino

Se há líder que não pode ter a ambição de ficar na liderança do seu partido se perder as eleições esse líder é Rui Rio, depois de não ter respeitado esse princípio e de nem sequer ter tido a coragem de assumir com frontalidade a ambição de correr com Passos Coelho, nem Rui Rio, nem os seus ideólogos têm o direito de a dois anos das eleições já estarem a trabalhar para manter Rui Rio no poder.

O princípio que David Justino defende faz todo o sentido, ainda que não explique em que circunstâncias um partido deve mudar o seu líder, já que se não for quando perde eleições, não se sabe muito bem quando será. Mas a verdade é que não se pode mudar de princípios em função de quem é o líder e é pena que David Justino não defendesse este principio há seis meses.

«Rui Rio acabou de ganhar o partido, mas os seus mais próximos já antecipam cenários caso venha a perder as legislativas de 2019. David Justino, ex-ministro da Educação de Durão Barroso e ex-assessor de Cavaco Silva, foi o coordenador da moção estratégica que o novo líder do PSD vai apresentar ao congresso de fevereiro, e não tem dúvidas de que o PSD tem de estar preparado para segurar um líder que perde eleições. Em entrevista à Antena 1, David Justino elogiou a postura “sensata” de Rui Rio de baixar as expectativas, porque um político tem de “admitir que pode não ganhar”. Ou seja, equacionar cenários de derrota a dois anos das eleições, não faz mal.


“O PSD tem de estar sempre preparado para a inovação política e para as maneiras de pensar”, começou por dizer David Justino, para depois a jornalista Maria Flor Pedroso perguntar se isso implica também o PSD ter de estar preparado para segurar o líder que não ganhe eleições. “Porque não? Eu sei que a história tem um peso, mas não é nenhum determinismo. Se é necessário lutar contra a aquilo que foi a historia, luta-se. Não podemos é estar condenados a uma espécie de determinismo político de dizer que quem perde tem de se ir embora, não necessariamente. Se a estratégia está bem construída, e o desempenho foi bom… não se pode achar que o adversário não tem mérito”, explicou, sublinhando que a estratégia desenhada por Rui Rio está pensada para “muito mais” do que apenas os dois anos formais para os quais o líder partidário é eleito.» [Observador]

 Jovem cheio de genica procura emprego (tacho)



 Desafio a Marcelo




      
 E os patrões ficaram calados?
   
«O texto das conclusões da reunião semanal do executivo madeirense liderado pelo social-democrata Miguel Albuquerque refere que esta proposta de retribuição mínima mensal será enviada à Assembleia Legislativa da Madeira e prevê efeitos retroativos a 1 de janeiro deste ano.

"Este acréscimo salarial visa contribuir, nos limites do possível e da atual conjuntura económica, para a melhoria dos níveis remuneratórios do conjunto de trabalhadores que auferem retribuições mais baixas, no cumprimento dos objetivos da política social, assumidos pelo Governo Regional", pode ler-se no documento.

A 30 de março de 2017, o parlamento insular fixou o valor da retribuição mínima mensal em 570 euros, o que representou um acréscimo de 2,3% em relação ao montante nacional. Este montante correspondeu a um aumento de 30 euros mensais para mais de 8.000 trabalhadores na Madeira. Este ano, o salário mínimo nacional é de 580 euros.» [JN]
   
Parecer:

Parece que na Madeira não há problemas de competitividade.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»
  
 Azar
   
«resposta é inequívoca: 73,7% dos portugueses avaliam positivamente o trabalho que Joana Marques Vidal, procuradora-geral da República desde 2012, está a desenvolver à frente da Procuradoria (sendo que 10,9% consideram que a sua atuação é "muito boa", 30,1% classificam-na como "muito boa" e 32,7% dizem que é "razoável"). Ainda assim, a recondução - possível após a conclusão destes primeiros seis anos de mandato, em outubro - divide os portugueses.

As conclusões são do barómetro de janeiro da Eurosondagem para o Expresso e a SIC, no âmbito do qual os inquiridos responderam a perguntas sobre a polémica à volta da renovação, ou não, do mandato de Joana Marques Vidal. A confusão estalou a 9 de janeiro, dia em que a ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, foi entrevistada na TSF e deixou a dúvida no ar, sublinhando que, na sua "análise jurídica", "a Constituição prevê um mandato longo e um mandato único".» [Expresso]
   
Parecer:

Esperavam que a sondagem mostrasse os portugueses a exigir a recondução da senhora, mas apesar de toda a manipulação não foi esse o resultado. Ficam-se pelo resultado positivo, ainda que se esconda o peso do razoável.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»

 Os trabalhadores não poderão ser "trespassados"
   
«A alteração ao Código do Trabalho sobre transmissão de estabelecimento, que garante o direito à oposição do trabalhador na transferência de empresa. Antes, o trabalhador não podia recusar-se à transmissão do seu contrato de trabalho, o que,mais recentemente, suscitou polémica - nomeadamente com os processos de transferência na PT/Altice.

O anúncio foi feito num comunicado conjunto dos três partidos que apoiam o Governo minoritário do PS, a que se seguiu uma conferência de imprensa, na Assembleia da República, em Lisboa.

Os três partidos, que negociaram esta solução nas últimas semanas, afirmam que o mais importante é o direito consagrado ao trabalhador de opor-se à transferência, conforme concordaram os deputados Rita Rato, do PCP, e José Soeiro, do BE.» [Expresso]
   
Parecer:

Infelizmente as medidas que poderiam servir para melhorar a competitividade das empresas neste país apenas servem para facilitar a vida a canalhas.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Aprove-se.»

 Mais olhos do que barriga
   
«Bento dos Santos “Kangamba”, general angolano e dirigente do MPLA, anunciou esta sexta-feira que pretende processar o Estado português e o Estado brasileiro, depois de ter lhe ter sido dada razão na Justiça nos dois países, em processos de que era alvo — um por suspeitas de envolvimento no tráfico internacional de mulheres para prostituição (no Brasil) e outro por suspeitas de crimes relacionados com corrupção (em Portugal).

O general — que é casado com Avelina dos Santos, sobrinha do ex-Presidente angolano José Eduardo dos Santos — deu uma entrevista à agência Lusa, citada pelo Diário de Notícias e pela TSF, onde anunciou a intenção de processar os dois países e avançar com pedidos e indemnização. “Afetou a minha imagem, afetou a imagem da minha família, enfim, a do próprio povo angolano”, disse. “Fui humilhado.”

Bento “Kangamba” foi absolvido este mês por um tribunal brasileiro, no processo em que estava acusado desde 2012 por crimes de formação de quadrilha, tráfico internacional de seres humanos e crimes contra o património. O general chegou a ser alvo de um mandado internacional de captura.

“Foram seis anos difíceis, continuam a ser difíceis. Este processo [do Brasil] é que deu origem à caça ao homem, ao Bento ‘Kangamba'”, declarou o general, que acusa a investigação em Portugal de recorrer a “notícias na Internet” sobre o processo brasileiro. Isto porque a investigação em Portugal só surgiu a partir do caso brasileiro, que levou a que o general fosse citado pela Justiça portuguesa e a que o DIAP iniciasse uma investigação em 2013 por alegado branqueamento de capitais.» [Observador]
   
Parecer:

O nosso MP gosta muito de iniciar processos a partir de notícias e às vezes isso pode dar maus resultados. De processo em processo a atual Procuradora-Geral parece querer implodir a CPLP e acabar com as relações entre Portugal e Angola, se ninguém a travar tudo isto vai acabar mal.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Espere-se para ver.»

sexta-feira, janeiro 19, 2018

INÍCIO DESASTRADO



Rui Rio fez questão de ficar no Porto a seguir às diretas para a escolha do novo líder do PSD, fê-lo de forma intencional e para que não restassem dúvidas deu a sua primeira entrevista naquela cidade, a uma jornalista um pouco desajeitada, que lá ia fazendo as perguntas que o conterrâneo esperava. Para além da afirmação regionalista pouco mais se disse nessa entrevista, a não ser que só depois do congresso, a realizar, em fevereiro é que assumiria a presidência.

Passada quase uma semana Rui Rio nada disse, veio a Lisboa só para ver o seu futuro gabinete e pouco mais. Mas o seu silêncio foi compensado pelo frenesim de Manuela ferreira Leite, que na primeira oportunidade iniciou o saneamento do PSD, ainda não eram nove horas de segunda-feira e já estava na TSF a dar entrevistas sucessivas, tendo aproveitado a oportunidade para pedir a cabeça do líder parlamentar do partido.

Se Rui Rio prometeu endireitar o PSD, parece tê-lo começado de uma forma um pouco torta. A forma como Manuela Ferreira Leite “despachou” Hugo Soares é tudo menos digna. A ex-presidente do partido, nem sequer é deputada, sentiu-se no direito de passar por cima dos deputados do seu partido e antes que alguém se antecipasse deu início ao saneamento. 

Se é assim que Rui Rio vai endireitar o PSD, se é com estes métodos que se vai armar em capitão civil de um novo 25 de Abril, estamos muito mal. Uma coisa é ser regionalista e fazer encenações para alimentar os velhos sentimentos com que alguns políticos menos inteligentes insistem em dividir o país, outra é não respeitar o partido a cuja liderança chegou e mandar terceiros organizar autos de fé. 

A verdade é que o mandato de Rui Rio na liderança do PSD fica marcado por declarações que não são dele. Uma semana depois é a vontade de Manuela Ferreira Leite de correr com a esquerda e os seus pedidos de cabeças de adversários feitos através da comunicação social, que marcam o debate partidário. Rui Rio não existe, está no Porto a passear com o seu Simca, carro que, curiosamente, tem uma velhinha matrícula PP.

UMAS NO CRAVO E OUTRAS NA FERRADURA



 Jumento do Dia

   
Joana Marques Vidal, Procuradora-Geral

Não se percebe bem se o discurso da Procuradora-Geral era de balanço ou de candidtura, mas para além do elogio ao seu próprio trabalho e da afirmação da grande colaboração com os países da CPLP e dos valores do Estados, o discurso foi pobre. Esperava-se mais, quando a Procuradora-geral está no olho do furacão.

«A dez meses do fim do seu mandato primeiro e resta saber se último a procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, aproveitou a cerimónia de abertura do ano judicial, em Lisboa, esta tarde, para fazer um discurso de balanço dos seus cinco anos na função.

Segundo disse, "é justo reconhecer como positivos os resultados dos caminhos até agora percorridos", disse a procuradora-geral.

Para Joana Marques Vidal, houve um "desenvolvimento coerente e coeso" da atividade do Ministério Público, o qual permitiu "o exercício reforçado de uma hierarquia responsabilizante e responsável"» [DN]

 Espetáculo deprimente

Goste-se ou não de Hugo Soares, na verdade é uma figurinha desinteressante e irritante, o PSD é um partido que nada tem que ver com o MRPP, para que uma Manuela Ferreira Leite viesse exigir ao líder parlamentar para se demitir, ainda nem eram 9 horas da manhã seguinte á noite que consagrou Rui Rio como presidente do PSD.

Aliás, Manuela Ferreira Leite nem é deputada e nem tem qualquer cargo na equipa de Rio, pelo que deveria ter tido mais tento na língua e respeitar as regras. Se Hugo Soares foi eleito líder parlamentar pelos seus colegas deputados é a estes que deve dirigir um pedido de demissão, por sua iniciativa e não pressionado.

Não faz qualquer sentido que Rui Rio diga que vai ficando pelo Porto porque só será líder a partir de meados de Fevereiro, para depois permitir ou incentivar estas peixeiradas. Rio começou da pior forma e se e a isto que chama meter os militantes na ordem vamos ter um folhetim pouco digno.

quinta-feira, janeiro 18, 2018

KUANZEIROS ATRAPALHADOS

Ainda há poucos dias a Procuradora-Geral era elogiada por toda a direita por ter atacado os poderosos, entendendo-se por poderosos um ex-primeiro-ministro sem funções num partido da oposição e um banqueiro arruinado e caído em desgraça na banca e na sociedade, falido e sem amigos.

O mais divertido é dois dos poderosos que mais se podem queixar da coragem da Procuradora-Geral é um procurador que não resistiu à tentação das guloseimas e um ex-vice presidente de Angola. Não deixa de ser estranho que com tanta gente a elogiar a coragem da Procuradora-Geral, ninguém da direita se tenha lembrado destes dois exemplos. Porque é preciso coragem para destruir as relações com um país amigo que tem sido um verdadeiro abono de família e para prender um colega de uma instituição que estava acima de qualquer suspeita.

Com tanta gente a lambuzar-se em Angola, desde modestos kuanzeiros a ex-ministros superpoderosos em governos do PSD é divertido ver como toda esta gente elogia a Procuradora-Geral em público, enquanto em privado rezam para que alguém faça alguma coisa.

Já se percebeu que a PGR não recua no caso do ex-vice-presidente de Angola, não só avança com a acusação como ainda ofende o nosso parceiro de muitas aventuras, dizendo que em matéria de justiça é gente de pouca confiança. Isto é, o dinheiro dos angolanos é de confiança, o apoio deles a uma CPLP que sem Angola perdia todo o interesse é bem-vindo, agradece-se que importem muito e nos levem os excedentes de quadros, o problema está na justiça.

Não importa que muitas empresas portuguesas entrem em dificuldades, que a CPLP imploda, que Portugal perca um dos seus grandes parceiros à escala mundial, uma potencia regional e um dos países mais ricos do mundo. O que importa é levar o ex-presidente de Angola a julgamento e em Portugal, não se sabe muito bem quando e muito menos se vai ser condenado. Mesmo que seja condenado isso só serve para o impedir de viajar para países com os quais Portugal tenha um acordo de extradição.

Vai ser muito divertido ver como é que os que há duas semanas defendiam a senhora Procuradora da tentativa de destituição a prazo por parte da ministra da Justiça, curiosamente uma angolana de uma família que no passado foi vítima do regime, vão agora conseguir que a Procuradora-Geral deixe a vida do poderoso angolano em paz.

Veremos como é que estes kuanzeiros vão defender os bons princípios que andavam a apregoar. Veremos se vão defender a Procuradora-Geral em público, equanto em privado farão pressões sobre o presidente e o primeiro-ministro para se verem livres delas.



O NOVO PROTOCOLO PRESIDENCIAL

Ao noticiar o funeral de algumas vítimas do mais recente incêndio em Tondela, um dos jornalistas que acompanhou o acontecimento dava conta da desilusão de alguns populares porque o governo esteve ausente. De certa forma os populares desiludidos tinham alguma razão, desde há uns tempos que é obrigação do governo e da Presidência comparecer nos funerais de vítimas de acidentes.

O protocolo presidencial tem um problema, é necessário um regulamento que defina em que situações o Presidente deve estar presente. O Presidente deve mandar uma carta, telefonar aos familiares das vítimas, estar presente nos funerais, nas missas do sétimo dia, passar o Natal ou o Ano Novo seguinte ao acidente com os familiares das vítimas. Quando é que o Presidente se deve fazer acompanhar de um governante e em que casos o governante deve ser o primeiro-ministro, um ministro ou um secretário de Estado.

Não nos referimos apenas a incêndios e funerais, o regulamento protocolar deve abranger igualmente os acidentes. Assim deverá definir-se se o Presidente comparecerá apenas nos locais de acidentes de aviões ou também comparece quando os acidentes envolvem outros meios de transportes como carros, barcos, trotinetes, camiões, passarolas ou gaivotas. 

Escolhidas as situações em que o Presidente comparecerá ou as cerimónias em que participará, terá igualmente de se definir em que situações o Presidente poderá chamar asi tarefas inspetivas ou no domínio da comunicação. Por exemplo, o Presidente poderá visitar os locais dos acidentes e no final discriminar as perdas materiais, a forma como o acidente ocorreu, etc.. No caso das visitas aos feridos que estejam hospitalizados o Presidente passará igualmente a fazer boletins médicos discriminados, bem mais do que os habitualmente feitos pelos responsáveis dos hospitais. Os boletins médicos presidenciais poderão ir ao pormenor de contar quais os passatempos dos doentes ou o que os deliciou na última refeição.

Este protocolo é não só urgente como é necessário, sob pena de um dia destes alguém se lembrar de dizer que o presidente não respeita o princípio da igualdade consignado na Constituição. Como é que poderá o Presidente dizer que cumpriu as suas obrigações se compareceu no rescaldo de um incêndio em Braga, mas ignorou um outro em Portimão, ou que numa terra foi ao funeral e na outra limitou se a beber uma ginjinha?

UMAS NO CRAVO E OUTRAS NA FERRADURA



 Jumento do Dia

   
Domingos Bragança, autarca muito amado por todas as criancinhas

Levar criancinhas cantar hinos de adoração dos senhor presidente da câmara de Guimarães não só faz lembrar a Coreia do norte, como revela uma grande imbecilidade por parte do autarca. Enfim, não é preciso ir à península coreana para vermos espetáculos deprimentes.

«O evento, que se repete todos os anos, realizou-se esta terça-feira na Câmara Municipal de Guimarães: centenas de crianças cantaram os Reis (as "reisadas") ao autarca socialista Domingos Bragança. O deputado do PSD e membro da Assembleia Municipal, Emídio Guerreiro, não gostou da canção e acusa o município de pagar "a um cantor que coloca as crianças a cantar um hino de campanha ao PS". E questiona o executivo camarário: "Querem transformar Guimarães numa Venezuela?".

O verso da polémica diz: "Viva o Nosso Presidente! / Um homem de confiança / Mais um ano Doutor / Domingos Bragança", e foi precisamente esta frase que terá incomodado não só o deputado social-democrata, como alguns pais, de acordo com o JN.

"Há pais muito chateados por, sem terem dado autorização, verem os filhos a cantar, como se Guimarães fosse a Coreia do Norte, um hino ao presidente da Câmara", disse Emídio Guerreiro ao jornal. O deputado alega que a letra da música foi enviada pela autarquia às IPSS.» [DN]
  
 Quem falou em unidade
   
«O ex-líder parlamentar do PSD Luís Montenegro defendeu hoje que não faz sentido Hugo Soares colocar o lugar à disposição de Rui Rio, uma vez que o cargo de presidente da bancada "depende exclusivamente" da confiança dos deputados.

No programa semanal da TSF "Almoços Grátis", um espaço de debate com o presidente e líder parlamentar do PS Carlos César, Montenegro afastou também qualquer possibilidade de integrar a futura direção política de Rui Rio.

"Não faria sentido nenhum estar nesta direção, estive na frente de combate durante muitos anos, desde 2010, tenho algumas divergências públicas e que não renego relativamente à estratégia política de Rui Rio e, independentemente de lhe desejar toda a sorte, não serei seguramente uma das suas figuras de direção política, nem devo ser", afirmou.» [DN]
   
Parecer:

O PSD nunca esteve tão partido quanto está, é óbvio que os passistas vão forçar Rui Rio a beber do seu próprio veneno.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Espere-se para ver.»
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