quarta-feira, julho 11, 2012

Umas no cravo e outras na ferradura




Foto Jumento


Flor da Quinta da Bela Vista, Lisboa
Imagens dos visitantes d'O Jumento


Minho [A. Cabral]
  
A mentira do dia d'O Jumento
     
No âmbito da Art of  Chairs foi entregue a Cavaco Silva a primeira cadeira desenhada especialmente para os ditos cujos mais virtuosos da nação. Seguem-se outras cadeiras desenhadas especialmente a pensar nos traseiros mais poderosos do país:
 

Passos Coelho, primeiro-ministro
  
  
Paulo Portas, ministro dos Negócios Estrangeiros
  
   
Miguel Relvas, ministro dos Assuntos Parlamentares


Vitor Gaspar, ministro das Finanças


Pedro Mota Soares, ministro dos Assuntos Sociais


Nuno Crato, ministro da Educação
   
  
Assunção Cristas, ministra do Ambiente
  
  
Sôr Álvaro, ministro da Economia
  
  
Aguiar-Branco, ministro da Defesa
  
  
Miguel Macedo, Ministro da Administração Interna
  

Paulo Macedo, ministro da Saúde (e das missas de acção de graças)
  
   
António Borges, ministro da treta
 


Carlos Moedas, secretário de Estado adjunto do Primeiro-ministro

 

Francisco José Viegas, secretário de Estado da Cultura
 
 A mentira do dia d'O Jumento (2)
  
O Jumento não resistiu a consultar o brilhante curriculo profissional e académico do ilustre dr. Relvas e finalmente percebeu e aceitou que o distinto ministro tenha recebido mais créditos na Lusófona do que os que o BPN concedeu aos amigos de Cavaco Silva.
  
Para além do extraordinário enriquecimento cultural que foi estar à frente de uma associação de um rancho folclóirco, onde aprendeu o dó ré mi da ciência política, o ilustre dr. Relvas também enriqueceu de forma significativa o seu curriculo profissional com um ano de banheiro na Praia dos Tomates. Para além dos dotes físicos que todos lhe reconhecem, ao serviço naquela praia terá aprendido economia e outras matérias científicas com alguns dos melhores professores daquela praia.
  
A imagem atesta esta faze curricular do ilustre dr. Relvas:
  

 
Jumento do dia


Assunção Cristas super ministra e super abusadora


Num país em crise a ministra manda vinte amigos de férias para o Brasil!

O ridículo da situação está na forma como tenta iludir a despesa, diz que foi repartida por vários ministérios como se os contribuintes não fossem o mesmo. Num país onde os cidadãos menos ricos estão sendo sujeitos a um plano de austeridade digno de um Pinochet e muita gente está sem comer e a perder as casas onde vivem, esta senhora devia ser demitida e exilada no Burondi.


«O "Correio da Manhã" escreve que a ministra da Agricultura e do Ambiente, Assunção Cristas, autorizou a deslocação ao Brasil, em junho, de 20 pessoas do seu ministério para participarem na Cimeira Rio+20. Como a fatura desta ida ao Rio de Janeiro ainda não foi recebida, o ministério de Assunção Cristas diz não ser possível apurar "o valor dispendido", mas deixa claro que "o total da despesa foi repartido entre o gabinete do primeiro-ministro e o gabinete da ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e Ordenamento do Território".
  
Como a passagem aérea custava quase 1000 euros e um quarto rondava 400 euros por noite, a deslocação à "cidade maravilhosa" terá custado mais de 40 mil euros.
  
Assunção Cristas deslocou-se à Cimeira, segundo o Ministério da Agricultura, acompanhada de Pedro Afonso de Paulo, secretário de Estado do Ambiente e do Território. Com estes governantes, seguiram dois adjuntos do gabinete da ministra e um adjunto do gabinete do secretário de Estado. Os restantes membros da equipa de 20 pessoas são técnicos dos serviços ministeriais.» [DN]

 Subsídios

Se alguém pensa que Passos Coelho e Vítor Gaspar vão recuar no corte dos subsídios é porque acreditou que a medida teve apenas motivações financeiras, é ignorar que em Bruxelas foi entendida como definitiva e esquecer tudo o que o governo tem dito sobre o assunto.
  
Esgotados os recursos habituais do proxenetismo nacional as nossas classes mais parasitas precisavam de recursos que substituíssem os fundos comunitários. Com os pobres explorados no limite restava o empobrecimento forçado da classe média com a consequente transferência de recursos para os mais ricos, os tais que já beneficiam dos lucros das obras públicas lançadas ou geridas com corrupção, das falsas fundações e da evasão e fraudes fiscais.
  
Mas para se fugir aos impostos é necessário ganhar, para ter obras corruptas o Estado tem de ter recursos, sem fundos comunitários só há uma forma de libertar fundos para continuar a alimentar este proxenetismo nacional instalado no país desde o tempo colonial. à falta de africanos, de brasileiros e com os trabalhadores mais pobres à beira da miséria só resta uma solução, proletarizar toda a classe média.
  
Começa-se pelo Estado mas muito em breve serão os empresários privados a cortarem nos seus quadros com o argumento de que no Estado ganham menos, não tarda muito para que os hospitais privados também queira pagar 300 euros aos seus enfermeiros. A seguir aos funcionários públicos será a vez dos trabalhadores do sector privado, muitos deles convencidos de que foi uma bênção o governo ter tramado os funcionários públicos.
  
O país está a assistir à maior revolução social promovida por uma direita, para isso beneficia de um presidente que não cumpre com as suas obrigações, o povo que a comunicação social tudo faz para assustar, e dirigentes europeus dignos do tempo do nazismo. Resta o Tribunal Constitucional, mas nesse vai haver mudança de juízes, mudança em que o PSD tem estado muito empenhado para se certificar que em vez de um Tribunal Constitucional o país tenha um cacho de bananas no Palácio Raton.
  
O governo vai manter o corte dos subsídios pois isso representa muito mais do que uma medida financeira, vai chamar outro nome à medida e para o ano já poderá contar com o cacho de bananas, mas se mesmo assim o corte não passar repetirá a medida com um terceiro nome. Esta gente das Lusófonas e das universidades privadas foi educada na inveja e no ódio às universidades públicas e ao Estado. Odeiam o Estado e odeiam todos os portugueses que nele trabalhem ou que dele dependam ou que muito simplesmente dele recebam as pensões que financiaram com os seus descontos. 
  
Esta gente não presta e vai conduzir o país à guerra civil.

Relvas foi ilibado em toda a linha

Poderá ter sido ilibado em toda a linha pelos amigos que nomeou para a ERC, é essa a lógica desse cacho de bananas institucional regado com o dinheiro dos contribuintes, vivem à nossa custa e na hora em que forem chamados fazem o que lhes manda quem os colocou nos tachos.

Ironia do destino


Depois de tudo o que se disse e escreveu sobre a ida de Jorge Coelho para a liderança da Mota-Engil o Diário Económico, o pasquim dos amigos do Relvas e o mais acérrimo propagandista da pinochetada económica de Gaspar, arrisca-se a ver o ex-ministro ser escolhido para melhor CEO do país.

É caso para parafrasear o próprio Jorge Coelho, quem lhas faz leva!
 
 

 Pela nossa saúde!

«A greve dos médicos aproxima-se. Há 25 anos que não há uma greve convocada por sindicatos, com o apoio da Ordem dos Médicos. O caso é sério. Não é a greve de pilotos ou controladores aéreos, que tem por trás salários e benefícios que não pretendem perder. Não gosto de greves. Afectam sempre quem mais precisa, afectam quem não devia. A dos médicos é particularmente sensível. É de saúde que falamos. Os médicos são uma classe privilegiada, por isso, se percebe pouco greves de quem ganha (agora menos) bem. Quero acreditar que esta greve, para muitos médicos, não tem o padrão de uma luta salarial, mas antes um grito de alerta pelo Serviço Nacional de Saúde. É a esse grito que me junto. Temo, no entanto, que no final o que sobre das negociações, se as houver, seja a manutenção de regalias e excepções salariais. Terá sido mais uma greve em vão. 
  
O caso é grave. Tantos médicos a pedir reforma. Alguns a saírem para o privado. E não há perspectivas de melhoria futura para o serviço nacional de saúde. Os bons têm de ficar no serviço público. Mas ficam?
  
Os números são do próprio ministro: em 2010 e 2011 o Ministério da Saúde adquiriu mais de dois milhões de horas via prestação de serviços por ajuste directo. O mesmo é dizer que através desses contratos estiveram ao serviço médicos contratados à hora, que saltam de serviço em serviço, de hospital em hospital, e quem sabe sem respeitar tempos de descanso, sem respeitar critérios de qualificação. Em 2012 ficará, segundo se noticia, nas 1,9 milhões de horas e Paulo Macedo, ministro da Saúde, fala em baixar em 2013 para 1,5 milhões de horas. Ficamos contentes com este número? Que perspectivas dão estes contratos aos serviços e aos médicos que se acabam de formar, que querem continuar a aprender, que querem servir na saúde? Nenhumas. E contratam-se enfermeiros a quatro euros por hora! Isto não pode acontecer. Os hospitais públicos, muitos, têm péssimas condições. São focos bacteriológicos. Precisam de fechar, mudar para novas instalações. Mesmo assim, há profissionais que continuam a lutar pela vida dos doentes. Acredito nisso. E quero acreditar que a greve não é pelos subsídios cortados, não é pelos salários reduzidos, não é por interesses corporativistas. Mas pela defesa de um futuro de qualidade no serviço nacional. Pela nossa saúde.» [Jornal de Negócios]

Autor:

Alexandra Machado.
   

Melhor do que a ERC só o OMO!

«O ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares afirmou esta terça-feira que o caso sobre alegadas pressões ao jornal ‘Público’ "está encerrado", já que a deliberação da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) "afasta qualquer suspeita". » [CM]
Parecer:

A deliberação de um grupo de amigos branqueia o ilustre dr. Relvas e torna a ex-jornalista do Público numa grande mentirosa. Haja vergonha na cara!

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Dê-se a merecida gargalhada.»
  
Médicos interrompem férias para aderir à greve

«Sindicatos mantêm paralisação prevista para amanhã e quinta-feira e esperam "adesão retumbante" de clínicos de todas as idades e cores partidárias. Contrapropostas do ministério foram apenas "corretivas e de coméstica".
  
Há médicos a interromper as férias para poderem fazer greve. Um "facto inédito", nas palavras do Sindicato Independente dos Médicos (SIM) e um sinal de "quanto a revolta e o desencanto grassa entre a classe médica". Mas não é único, diz João Proença, dirigente do Sindicato Médico da Zona Sul: "clínicos mais jovens e mais antigos e até diretores de serviço da cor política do Governo tencionam juntar-se à paralisação, fazendo prever uma adesão retumbante". Ontem, em conferência de imprensa conjunta, o SIM e Federação Nacional dos Médicos (FNAM) reafirmaram que já não há como parar a greve de amanhã e quinta-feira e que só estão disponíveis para voltar às negociações no dia 13, após a paralisação.» [DN]

Parecer:

Os médicos estão a dar uma grande estalada no Opus ministro da Saúde, o incompetente Macedo.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Aguarde-se pelos números da greve que serão certamente aldrabados pelo ministro das missas de acção de graças.»
  
Só?

«O Governo anunciou há apenas um mês a revisão das previsões de desemprego para este ano e o próximo. No entanto, segundo os números hoje publicados pela OCDE, essa revisão já deverá estar desatualizada.
  
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico estima que Portugal terá uma taxa de desemprego de 16,3% em 2013.» [DN]

Parecer:

Perante o cada vez mais próximo colapso da economia são números muitos simpáticos. Ainda assim estes números servem para mostrar que o Gaspar não acerta numa única previsão económica.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Aposte-se o desemprego vai ser maior quer e, 2012, quer e, 2013.»
  
A Cristas também terá mandado um mordomo?

«O "Correio da Manhã" escreve que a ministra da Agricultura e do Ambiente, Assunção Cristas, autorizou a deslocação ao Brasil, em junho, de 20 pessoas do seu ministério para participarem na Cimeira Rio+20. Como a fatura desta ida ao Rio de Janeiro ainda não foi recebida, o ministério de Assunção Cristas diz não ser possível apurar "o valor dispendido", mas deixa claro que "o total da despesa foi repartido entre o gabinete do primeiro-ministro e o gabinete da ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e Ordenamento do Território".
Como a passagem aérea custava quase 1000 euros e um quarto rondava 400 euros por noite, a deslocação à "cidade maravilhosa" terá custado mais de 40 mil euros.
Assunção Cristas deslocou-se à Cimeira, segundo o Ministério da Agricultura, acompanhada de Pedro Afonso de Paulo, secretário de Estado do Ambiente e do Território. Com estes governantes, seguiram dois adjuntos do gabinete da ministra e um adjunto do gabinete do secretário de Estado. Os restantes membros da equipa de 20 pessoas são técnicos dos serviços ministeriais.»

Parecer:

Num país em crise a ministra manda vinte amigos de férias para o Brasil!

O ridículo da situação está na forma como tenta iludir a despesa, diz que foi repartida por vários ministérios como se os contribuintes não fossem o mesmo. Num país onde os cidadãos menos ricos estão sendo sujeitos a um plano de austeridade digno de um Pinochet e muita gente está sem comer e a perder as casas onde vivem, esta senhora devia ser demitida e exilada no Burondi.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Demita-se a senhora.»
  
Vítor Gaspar insiste no desrespeito da Constituição

«O Ministério das Finanças deu instruções para que o Orçamento do Estado para 2013 (OE/13) seja preparado pelos serviços tendo em conta a suspensão do pagamento dos subsídios de férias e de Natal aos funcionários públicos. Apesar da decisão do Tribunal Constitucional (TC), o Governo tem de respeitar "os tectos de despesa aprovados na Assembleia da República", justifica fonte oficial do ministério liderado por Vítor Gaspar.
  
A orçamentação da despesa com pessoal para o próximo ano inclui os seguintes itens: "Doze meses de remunerações certas e permanentes, em cumprimento do nº1 do artigo 21º" da Lei do Orçamento do Estado deste ano, lê-se nas instruções para a preparação do Orçamento do Estado para 2013, assinadas e publicadas a 6 de Julho pela Direcção-Geral do Orçamento (DGO).» [DE]

Parecer:

A manter-se o corte dos subsídios sem divulgação de qualquer outra medida estamos perante um caso de desobediência grave do Tribunal Constitucional. Se isso suceder o governo deve ser derrubado por quem tem poder para o fazer e em última instância a desobediência de um governo em relação a um tribunal legitima a desobediência de um povo em relação a esse governo, deixamos de viver num quadro de legalidade  e de legitimidade constitucional para se viver um ambiente de golpe de estado ilegítimo.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Espere-se para ver»
  
o ilustre dr. Relvas é mesmo só folclore!

  
«Ser presidente da assembleia geral da Associação de Folclore da Região de Turismo dos Templários - o que aconteceu entre 2001 e 2002 - valeu a Miguel Relvas a valorização do seu currículo pela Universidade Lusófona.» [Expresso]

Parecer:

Ainda mais ridículo do que se imaginava.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sugira-se ao ilustre dr. Relvas que esconda estas coisas da sua filha e que tenha paciência se algum familiar sentir vergonha de o ser.»
  
Obrigadinho ó Macedo

«O ministro Paulo Macedo comprometeu-se "a indexar o valor a ser pago aos enfermeiros pela tabela em vigor para a carreira de enfermagem", anunciou o bastonário da Ordem dos Enfermeiros.» [Expresso]

Parecer:

Pela forma como o Opus Macedo limpa a sua imagem até parece que era uma empresa estrangeira que estava a contratar enfermeiros a 300 euros.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Vomite-se.»
  
Michel Porter arrasa política do Opus Macedo

«O professor Michael Porter, que há 20 anos fez um estudo sobre os 'clusters' em Portugal, afirmou hoje que "o aumento das taxas moderadoras não resolve o problema de criação de valor na saúde".
  
O consultor, que falava numa conferência sobre "Sistemas de Saúde em tempos de crise", que decorre na Universidade Católica, em Lisboa, afirmou que o aumento das taxas moderadoras "só muda os custos de uma pessoa para a outra e torna os serviços iguais", adiantando que a solução para o sistema de saúde em Portugal "deve ser centrado no paciente".
  
Para Michael Porter, "reduzir os salários dos médicos e enfermeiros não cria valor", até porque estes profissionais devem ser "bem pagos", disse ainda.
  
"Temos de parar de defender o que foi feito anteriormente, uma vez que ficou já demonstrou que falhou", rematou Michael Porter.
  
As declarações do professor da Harvard Business School foram proferidas na presença do ministro da Saúde, Paulo Macedo, numa altura em que o Sindicato Independente dos Médios e a Federação Nacional dos Médicos marcaram uma greve para quarta e quinta-feiras» [Expresso]

Parecer:

Será que o Macedo percebe?
  
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Não.»
  
BdP defende a destruição da classe média

«Numa altura em que se fala mais abertamente de o programa de ajustamento ser reajustado com a troika em Agosto, o banco central frisa ser “incontornável” reduzir despesa e dívida públicas, de modo a libertar recursos para o investimento privado e sobretudo para o sector exportador que, através da incorporação de inovação tecnológica, desejavelmente deve passar a gerar a fatia dominante do PIB português, assumindo um lugar que tem sido da procura interna, em especial do consumo.
  
“Os desafios que se colocam à economia portuguesa vão muito para além da redução dos desequilíbrios macroeconómicos acumulados ao longo das últimas décadas”, pelo que a reestruturação em curso tem de "alinhar os incentivos dos diferentes agentes económicos em torno de uma trajectória de crescimento sustentável no médio e longo prazo”. Este processo, acrescenta o BdP, passa por uma “redução dos níveis de despesa dos sectores público e privado e do grau de alavancagem da economia e está a ser realizado no quadro do Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF)”. “Estes são objectivos incontornáveis e o sucesso na sua concretização vai determinar o nível de produtividade, rendimento e bem-estar da economia portuguesa no médio e longo prazo”.
  
Escreve a instituição liderada por Carlos Costa que a “inversão do ciclo económico em Portugal passa por uma recomposição da procura interna a favor do investimento privado”. No entanto, o papel multiplicador do investimento na actividade económica só pode ser garantido se este gerar uma alteração qualitativa da estrutura produtiva através da incorporação de inovação tecnológica que promova o aumento da competitividade. Um esforço que deverá traduzir-se num aumento do peso das exportações no Produto Interno, mas que exigirá, a montante, mercados mais concorrenciais, designadamente de trabalho, mas também investimento em educação, “dimensão primordial na reestruturação da economia”, sublinha o BdP.» [Jornal de Negócios]

Parecer:

O que o BdP defende só é possível pondo fim à classe média é isso que os rapazolas defendem um pouco para contestar a decisão do Tribunal Constitucional decidiu sobre os subsídios. O que estes senhores defendem é o que Pinochet fez no Chile mas em dose tripla, o que estes senhore sugerem é uma política que conduzirá ao conflito.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Exija-se a divulgação pública dos vencimentos, pensões e todas as regalias concedidas no Banco de Portugal, para que todos os portugueses fiquem a saber que em Portugal há sacanas que defendem a austeridade para uns mas escondem-se atrás do BCE para viverem à grande e à francesa à custa dos contribuintes.»
  
A anedota do dia

«O ministro da Economia sublinhou hoje na comissão parlamentar de Economia e Obras Públicas, relativamente à renegociação das PPP, que "este Governo não tem medo de ir contra interesses instalados, não tem medo de ir contra lobbys", sublinhando que o Executivo "está fortemente empenhado em salvaguardar interesse nacional"» [Jornal de Negócios]

Parecer:

O que seria despe país sem o sentido de humor do canadiano?

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Pergunte-se ao Sôr Álvaro se está a referir-se ao lobby dos banqueiros ou da Ongoing.»
  
TÍTULO 26

«O comissário do Conselho da Europa para os direitos humanos alertou esta terça-feira que há crianças portuguesas a emigrar para trabalhar por causa da crise e famílias a retirar idosos das instituições para beneficiar das suas reformas.
  
Os alertas do comissário Nils Muiznieks surgem num relatório que resulta de uma visita a Portugal, entre 7 e 9 de maio, durante a qual se debruçou sobre o impacto da crise e das medidas de austeridade sobre os direitos humanos.
  
"Durante a sua visita, o comissário foi informado de que, desde o início da crise, tem havido casos de crianças a migrar por motivos de trabalho para outros estados-membros da UE", pode ler-se no relatório de 18 páginas.
  
O documento acrescenta, citando especialistas, organizações da sociedade civil e sindicatos ouvidos pelo comissário, que "a crise financeira, o aumento do desemprego e a diminuição das fontes de rendimento das famílias devido às medidas de austeridade levaram as famílias a fazer novamente uso do trabalho infantil, nomeadamente no setor informal e na agricultura".» [Jornal de Notícias]

Parecer:

O que se está a passar em Portugal, com enfermeiros a ganharem 300 euros, crianças a emigras e muitas outras situações indignas é uma vergonha e os filhos da puta que não se cansam de defender o empobrecimento dos portugueses, incluindo os que vivem à custa dos portugueses em instituições que estão acima de qualquer medida de austeridade, deviam ser forçados a ganhar 300 euros e a tirar os meninos dos colégios de luxo para os mandar trabalhar no estrangeiro. Perceberam ó Costa e ó Camilo?

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sugira-se ao secretário de Estado da Juventude que crie uma agência para ajudar à emigração das crianças.»
  
Até a FENPROF já se queixa

«O conjunto de medidas decididas pelo Ministério da Educação, como criar 150 mega-agrupamentos, vai retirar 25 mil horários das escolas, desempregar "praticamente todos" os professores contratados e criar milhares de horários zero, anunciou a Fenprof.
  
Em conferência de imprensa, no Porto, o secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, adiantou que está já agendada para quinta-feira, em Lisboa, uma manifestação de professores para "mostrar indignação contra o que está a acontecer".» [JN]

Parecer:

As coisas devem estar mesmo mal, a organização que mais investiu para que o país tivesse este governo já se queixa.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sugira-se ao Mário Nogueira que exija o regresso da Lurdinhas.»
  
Médicos "não mordem o isco"

«O Governo diz que ainda está disponível para negociações nesta terça-feira com os médicos, mas recusa responder se vai ou não querer reunir com os sindicatos depois do protesto de dois dias. Já os sindicatos do sector médico garantem que a greve geral de quarta e quinta-feira vai mesmo avançar e dizem que não vão “morder o isco à última hora” da abertura do Ministério da Saúde.
  
“O Ministro da Saúde não deu nem dará por terminadas as iniciativas de chamar os sindicatos à razão no sentido de suspender uma greve para a qual não há razões objectivas”, garantiu nesta terça-feira ao PÚBLICO o assessor de imprensa do ministro Paulo Macedo, Miguel Vieira. Segundo a mesma fonte, o ministro da Saúde reafirma que “está sempre disponível para encontrar soluções que evitem o prejuízo de uma greve de dois dias”.
  
O ministério lembra ainda que se o protesto tivesse uma adesão de 100% isso “significaria a não realização de mais de 400 mil consultas e mais de 4 mil cirurgias”, de acordo com os dados sobre a produção média de dois dias do sector público da Saúde, descontando-se a actividade em urgência, que está protegida pelos serviços mínimos.
  
Mas os sindicatos continuam a exigir respostas concretas sobre os mais de 20 pontos que constam no pré-aviso de greve. Segunda-feira, em resposta às propostas de Paulo Macedo, os representantes dos médicos reclamaram um calendário das medidas a concretizar. Porém, o ministério afirma não ter recebido qualquer pedido dos sindicatos médicos para a calendarização de propostas. “Isso foi apenas matéria veiculada para a comunicação social”, adianta Miguel Vieira.» [Público]

Parecer:

Os portugueses vão conhecer finalmente o Opus Macedo.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Espere-se para ver.»
  
Grande Relvas!

«Manuel Damásio, administrador da Universidade Lusófona, disse ontem à noite, à TVI, que "nenhum processo" teve tantos créditos concedidos por via da experiência profissional como o do ministro Miguel Relvas, considerando que se trata de "um currículo muito rico".» [DN]

Parecer:

Mais um ou dois ranchos folclóricos e levava créditos que valiam uma tese de doutoramento mais meia discussão da mesma.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Dê-se a merecida gargalhada e faça-se propaganda contra a Lusófona para que os jovens não sejam enganados por universidades da treta.»  

 Merkel diz que crise de 2088 foi muito pior

«A chanceler alemã disse hoje que a crise da zona euro não foi tão séria para a Alemanha como a crise financeira de 2008/2009.» [DN]

Parecer:

Pois, em 2008 Angela Merkel apelou à Europa para que não respondesse à crise com austeridade.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Vomite-se para cima da bruxa boche.»
   

   




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