sábado, março 10, 2012




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A mentira do dia d'O Jumento
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Jumento do dia


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TÍTULO 02

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TÍTULO 52

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dr. Cavaco, renuncie e poupe os portugueses a este espectáculo

Cavaco anda um pouco desastrado, fala dos seus rendimentos e é gozado por todo um país, agora fala de lealdade e lembram-lhe os seus exemplos de lealdade, desesperado por recuperar a imagem o Presidente comete erros sucessivos. Cavaco já só é formalmente o Presidente da República, tem os poderes presidenciais, exerce o cargo, faz roteiros inúteis, promulga diplomas, tem a sua boa imagem protegida pelo Código Penal, mas se nunca conseguiu ser o Presidente de todos os portugueses agora quase se confunde o estatuto de chefe do Estado com o de chefe de família, fora do seu círculo familiar são poucos os que o respeitam.

Um Presidente que faz política a pensar mais na sua imagem do que no pais quando este país atravessa uma crise gravíssima, com muitos portugueses a passar por grandes dificuldades e a serem atirados para a miséria é um pequeno político, o mesmo pequeno político que governou um país com a mentalidade de presidente de uma junta de freguesia, o mesmo Presidente que não hesitou em empurar o país para uma grave crise política só porque um primeiro-ministro não o tratou com a deferência a que julgava ter direito.

O país tem mais do que fazer do que aturar as lamúrias de um político que não sabe conviver com a sua própria pequenez, agora que já não há eleições a ganhar com aumentos de pensões de reformas e que o povo teve tempo para poder avaliar as consequências a longo prazo das políticas da sua responsabilidade enquanto primeiro-ministro.

Um Presidente que negou a crise internacional enquanto não derrubou um governo em plena crise, um Presidente que não hesitou em defender os especuladores para criticar o governo do seu país, um Presidente que permitiu que um seu braço direito inventasse mentiras contra um governo democrático não é um Presidente, é antes um presidente. Pode escrever os livros que quiser, pode fazer os roteiros que entender, pode homenagear capitães de Abril, pode fazer o que bem entender, a história está feita e será escrita pelos portugueses e não pelos assessores que lhe escrevem os livros e os discursos.

Aquele que um dia disse querer ajudar um grande Presidente a acabar o mandato com dignidade, arrasta-se agora até ao fim do mandato sem que ninguém para além dos familiares e mais íntimos o ajudem, tem os desprezo da esquerda e a indiferença da direita e aquele que sempre o humilhou tratando-o por senhor Silva foi agora um dos muitos dois ou três que vieram em sua defesa. Triste destino de um presidente que ainda a uns anos do fim do mandato recorre a momentos “correio da manhã” para ganhar protagonismo.

Pobre país que tem um presidente que em vez de procurar grandeza pelo desempenho no cargo tenta engrandecer-se à custa de quem está longe, remeteu-se ao silêncio e por ter valores melhores do que Cavaco Silva vai respeitá-lo enquanto instituição já que enquanto gente deixou de se dar ao respeito.

Já que não é possível ajudar o homem a acabar o mandato com dignidade, então que seja Cavaco a fazer por acabar o mandato sem prejudicar mais os portugueses. Se não o consegue e tem incontinência verbal então que renuncie ao cargo e poupe os portugueses ao espectáculo triste que lhes está a proporcionar.

Umas no cravo e outras na ferradura




Foto Jumento


Grafitti, Lisboa
Imagens dos visitantes d'O Jumento


Chaminés [A. Cabral]
   
Jumento do dia


Cavaco Silva
 
Cavaco Silva chegou a pensar utilizar o mandato presidencial para limpar algumas nódoas do passado como governante, julgava que desta forma estaria em condições de enfrentar os juízes da história. Homenageou o mesmo Salgueiro Maia a quem recusou a pensão que preferiu dar a um inspector da PIDE, inventou roteiros por caminhos que tinha ignorado, até se ofereceu para ajudar o país com os seus conhecimentos de economia.
 
Mas as coisas correram-lhe mal, o primeiro-ministro recusou ser o sacristão que iria ajudá-lo à missa, tratou o cão com o pêlo do próprio cão e respondeu a Cavaco nos mesmos termos com que este tratou Mário Soares. Presidente arruinado de um país igualmente arruinado, colaborador forçado de um governo que não o respeita, obrigado a arrastar até ao fim uma presidência descredibilizada, Cavaco Silva optou por evitar os juízes da história, fazendo um pouco como o Mário Nogueira queria com os professores, optou pela autoavaliação.

 
Só que ninguém decide a história da sua história como pretende Cavaco Silva, isso será obra dos portugueses, serão eles a concluir se Cavaco ficará na história ao lado das grandes figuras ou do lado da sarjeta. É cada vez mais evidente que Cavaco não terá lugar ao lado das grandes figuras da nossa história, que não terá qualquer entrada na história da democracia.

É uma pena que Cavaco Silva não o perceba e que na ausência de um primeiro-ministro disponível a ajudá-lo a acabar a presidência com dignidade, opte por incomodar os portugueses com as suas lamúrias.
   
«A ausência de diálogo com a oposição ditou "o destino" do Governo minoritário socialista, conclui o Presidente da República num texto hoje divulgado, onde fala também de como foi "impedido" de evitar o deflagrar da crise política de 2011. Num longo prefácio do livro "Roteiros VI", que reúne as suas principais intervenções públicas, o chefe de Estado recua até Outubro de 2009, descrevendo os principais acontecimentos que marcaram a vida política portuguesa desde essa altura, quando tomou posse o Governo minoritário socialista de José Sócrates, até à realização das eleições legislativas antecipadas de junho de 2011.» [DE]

      
 

 Chapéu

«A semana passada teve lugar a cerimónia de inauguração do reforço de potência em duas barragens da EDP: Picote (em Miranda do Douro) e Bemposta (em Mogadouro).
  
São duas obras importantes, desenvolvidas pela EDP em articulação com o Plano Nacional de Barragens, lançado pelo Governo socialista. No conjunto, representaram um investimento de 300 milhões de euros, que mobilizou 112 empresas e deu emprego a 3000 pessoas em regiões deprimidas do interior. Graças a estes projectos será possível aproveitar 1200 metros cúbicos de recursos hídricos até aqui desperdiçados e gerar 375 gigawatts/ano (o suficiente para abastecer 120 mil habitações). Assim se aumenta em cerca de 4% a capacidade instalada de produção hidroeléctrica, poupando ainda, segundo a EDP, cerca de 30 milhões de euros por ano em importações de electricidade.
  
Sendo evidente a importância destes investimentos, caberá perguntar: será que a inauguração foi presidida pelo ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, que tutela o sector energético? A resposta não podia ser mais óbvia: claro que não. Quem por lá apareceu, sempre disponível para ficar na fotografia, foi o omnipresente ministro Miguel Relvas, subitamente convertido às energias renováveis. Segundo rezam as crónicas, terá mesmo explicado que "é destes investimentos que o País precisa"!
 
Este caso apenas confirma o que já se tornou evidente: o espaço do ministério da Economia é cada vez mais uma terra de ninguém, ao alcance dos interessados mais poderosos, que são cada vez mais. Perante a incapacidade do primeiro-ministro para pôr ordem na casa, sucedem-se as guerras de poder no conselho de ministros, espantosamente relatadas na comunicação social, num claro sinal de falta de lealdade e de coesão no seio do Governo. Estas guerras mesquinhas surgem quando menos se espera, embora o seu desenlace se tenha tornado absolutamente previsível: no final, quem perde é sempre o Álvaro. Da diplomacia económica às privatizações; do desemprego jovem à negociação do acordo laboral; das inaugurações na energia aos fundos comunitários, somam-se as afrontas e as desautorizações políticas. Ao fim de poucos meses, o tão falado superministério da Economia - que a impreparação do primeiro-ministro gerou, dando lugar a uma disfuncional orgânica do Governo - já não é o que era: cada vez mais esvaziado, o superministério tornou-se num mito urbano.
 
E não é solução negar as evidências. Esta semana, no Parlamento, o primeiro-ministro ensaiou uma tentativa de negação, alegando que a gestão do QREN vai continuar nas mãos do ministro da Economia. Como explicou, não haverá qualquer alteração - a não ser uma, aliás muito singela: a criação de uma nova "comissão interministerial de orientação estratégica para a gestão dos fundos comunitários e extraordinários". Sugestivamente, o primeiro-ministro chamou à coisa uma "comissão interministerial chapéu". Mas lá foi explicando que essa comissão seria coordenada pelo ministro das Finanças. Em suma, fica tudo na mesma, excepto isto: o ministro da Economia passa de coordenador a coordenado. Dito de outro modo: na nova "comissão chapéu", o chapéu tem um dono, que é Vítor Gaspar.
 
O Álvaro, querendo, enfia o barrete. » [DE]

Autor:

Pedro Silva Pereira.
  
 Ao vivo e a cores

«É oficial: bastaram oito meses para o Governo passos entrar na fase horribilis. À guerra aberta com o PR (e vice-versa), junta-se a guerra intestina, com relatos de conselhos de ministros nos jornais, frases cortantes de Gaspar para Álvaro, e ataques de nervos deste perante o desmantelamento da sua tutela, num expressivo desenho da descoordenação governamental e da ausência de uma autoridade central e aglutinadora por parte de quem tem de a ter - o PM.
  
Já devíamos, pois, estar preparados para o espetáculo servido esta semana sobre o caso Lusoponte, com Passos a evidenciar a sua falta de preparação e de pulso ao admitir nada saber do assunto no debate quinzenal para, a seguir, e face à insistência do BE, afirmar uma falsidade prontamente desmentida por um seu secretário de Estado nessa mesma tarde. Secretário de Estado que por sua vez teve de se desmultiplicar em explicações cada vez mais confusas quando colocado perante a evidência de que fora alertado, pela Estradas de Portugal, para o duplo pagamento à empresa e de que a própria Lusoponte considerava ser impossível, face ao contrato existente, o Estado fugir à entrega da indemnização correspondente à não cobrança de portagens mesmo que estas fossem cobradas (interpretação que o secretário de Estado acompanhou, ordenando à Estradas de Portugal que devolvesse o valor das portagens à Lusoponte).
  
Diz o secretário de Estado que o dinheiro arrecadado pela Lusoponte reverterá para o Estado no "acerto de contas" com a empresa que vai ter lugar no final deste mês. Pode ser assim, claro, e o Estado, ou seja nós todos, pode não ficar prejudicado financeiramente por esta baralhada (se, bem entendido, e para começar, os juros correspondentes ao valor que a Lusoponte meteu ao bolso todos estes meses reverterem para o erário público, facto sobre o qual até agora moita), mas a imagem do Governo ficou (ainda mais) irremediavelmente comprometida.
  
Temos um Governo que todos os dias fala em dar o exemplo e em "fazer em vez de anunciar" mas cujo exemplo, vertido neste caso, é o do mais óbvio intuito propagandístico aliado às mais lamentáveis incompetência, falta de rigor e de transparência; um Governo que ao constatar (isto na melhor das hipóteses) ter metido a pata na poça em relação ao caso das portagens tentou e tenta disfarçar o facto, em vez de assumir que quando tomou a decisão não acautelou a existência de um contrato que o obrigava (ainda de acordo com a sua interpretação) a pagar a indemnização e que está a tentar emendar o disparate. Um Governo que passa a vida a exigir sacrifício, responsabilidade e estoicismo e a propalar as virtudes da verdade, mas cujo primeiro-ministro, apanhado numa mentira no Parlamento, ainda não considerou necessário retirar disso as necessárias consequências.
 
Parafraseando um alegado dito de Gaspar a Santos Pereira num Conselho de Ministros, qual destas palavras, "que bela caricatura", não percebeu?» [DN]

Autor:

Fernanda Câncio.
     
   
 Pobre Álvaro

«A demissão de Álvaro Santos Pereira foi estancada na segunda-feira pelo primeiro-ministro, mas a saída do governo do ministro da Economia do cargo é irreversível a prazo.
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Segundo soube o i, o próximo destino político de Álvaro Santos Pereira poderá ser o cargo de embaixador da OCDE, vago há quase um ano, quando o socialista Eduardo Ferro Rodrigues abandonou Paris para regressar à política activa e integrar as listas do PS para a Assembleia da República.
 
Contactado pelo i, um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros confirmou que o preenchimento do lugar de embaixador na OCDE “está para breve”.»

Parecer:

Parece que o Álvaro é pior do que a encomenda e vai ser mesmo despedido, mas o homem não é como os portugueses que são aconselhados a abandonar o país ou que depois de despedidos ficam muitas vezes sem subsídio de desemprego. O Álvaro não é um português qualquer, é um daqueles que trazem uma lamparina acesa no cu para que todos saibam que é superior aos outros, que devem ser alimentados pelos outros como se fosse a abelhona da colmeia que alimenta o pote de mel onde os devoos de Massamá se andam a lambusar.
 
Se o Álvaro tivesse vergonha na cara ter-se-ia demitido e pedia perdão aos portugueses por os ter a enganar estes meses, porque escondeu a sua incompetência e aceitou um cargo acima das suas possibilidades. É um vergonha que um artista destes em vez de se ir embora e evitar aparecer em público durante usn tempos ainda fique de volta do pote de mel, o tal pote alimentado por aqueles cujo empobrecimento forçado defendeu, os mesmos que queria que trabalhassem mais umas horas à borla para os patrões.
 
Se o Álvaro vier a aceitar um tacho ficamos a saber que a sua dignidade tem um preço miserável.
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Lamente-se o espectáculo triste dado por este governante falhado.»
  
 Grande Relvas!

«O resultado operacional da RTP atingiu os 13,7 milhões de euros, o que representa uma queda face ao valor alcançado em 2010: 22,6 milhões de euros.
 
Os gastos operacionais caíram em 21,2 milhões de euros, de 289,6 milhões de euros, em 2010, para 268,4 milhões de euros em 2011, se não for contabilizado o impacto dos custos de reestruturação (11,7 milhões de euros em gastos com pessoal e 26,5 milhões de euros em provisões).» [Jornal de Negócios]

Parecer:

Relvas chegou e a RTP teve lucros.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Mandem-se os parabéns ao ministro.»
  
 Afinal o Gaspar é feito de gelatina

«Tal como o PÚBLICO avançou esta semana, o banco público teve direito a um regime de excepção, confirmou hoje a tutela, depois de ter dito que não tinha ainda tomado uma decisão.» [Público]

Parecer:

O corajoso Gaspar cede facilmente desde que não sejam funcionários públicos ou pensionistas.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»
  
 Governo vai criar mais quatro empregos

«Os quatro membros do Conselho de Administração da Parque Escolar apresentaram hoje a sua renúncia ao cargo. O ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, aceitou.» [Jornal de Negócios]

Parecer:

Espere-se para ver quem foi convidado a não emigrar.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Aposte-se que são apoiantes políticos de Passos Coelho.»
  
 Está garantida a continuação do espectáculo Álvaro

«O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, afirmou hoje que Álvaro Santos Pereira está a fazer "um bom trabalho" como ministro da Economia e que não tenciona "prescindir dele".» [Jornal de Negócios]

Parecer:

O país tem motivos para ficar grato a Passos Coelho, pior do que a austeridade é ter o Gaspar a chatear-nos.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «s pipocas pelos pastéis de nata.»
  
 Uma boa notícia para o Gasparoika

«A recessão portuguesa sofreu um acentuado agravamento no último trimestre do ano passado. No global do ano, o PIB nacional caiu 1,6% acima da anterior estimativa de 1,5%. Quebras no consumo das famílias e do investimento foram as que mais pesaram. » [Jornal de Negócios]

Parecer:

O ministro teve mais sucesso do que o esperado.

Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Mandem-se os parabéns ao Gasparoika.»