sábado, março 16, 2013

Em defesa de Vítor Gaspar

Parece que não há gato-pingado deste país que não esteja atirando as culpas ao Gaspar, aquele pobre Rapaz que tem uma ligação USB ao sagrado Espírito Santo que em boa hora levou o Passos Coelho a fazer de mão divina escolhendo-o para ministro das Finanças, um pobre rapaz que não pediu nada ao país, que apenas quer ter a oportunidade de dar a todos os portugueses tudo quanto recebeu de Portugal, entre subsídios cortados, impostos e outros contributos o custo do pobre moço já vai em mais de 17 mim milhões de euros.

 
Como pode alguém com um curso tão caro ser acusado de incompetência ou dar ouvidos ao velho aluno do Instituto Comercial que não entendia que interesse tinha para os colegas do ISCEF a leitura de romances, Gaspar tem razão, a sua política é a correcta e se alguém tem dúvidas arrisca-se a aturar uma conferência de imprensa com o Simon O’Connor, porta-voz daquele comissário com ar de ter um pico a azedo, a ameaçar o país com o fim do pilim.

Gaspar é o único soldado da parada que marcha com o passo certo, os outros todos é que estão com o passo trocado. Vítor Gaspar não se enganou nas previsões do desemprego, os empresários é que são maus portugueses, não puxam pelo país como apela o Passos Coelho e estão a aproveitar-se das facilidades legais concedidas pelo sôr Álvaro. Vítor Gaspar não se enganou no crescimento, a culpa é do Belmiro de Azevedo e dos Soares dos Santos, andam a dar tantos descontos nos hipermercados que os portugueses deixaram de gastar. O Gaspar não se enganou na previsão das receitas fiscais, os portugueses é que fogem de impostos como o diabo da cruz e o país assiste a uma desobediência fiscal colectiva, ainda pró cima o secretário de Estado nem foi escolhido por ele, é um crente do Portas que se calhar foi para o lugar por se ter notabilizado no referendo do aborto.

Portugal é assim e na hora das ratazanas já só falta o Passos Coelho dizer que nunca viu o Gaspar em Massamá nem foi seu colega na Tecninova, o próprio Relvas estará quase a dar uma conferência de imprensa dizendo que nunca o teve como colega na Lusófona e se ele tirou a licenciatura com um requerimento de equivalências que perguntem ao cardeal, ele é que era o reitor da Universidade Católica quando o Gaspar recebeu o diploma, se calhar passou o tempo a fazer de diácono e isso serviu-lhe de equivalência a econometria, é por isso que as suas previsões têm o valor de promessas a Nosso Senhor.
Gaspar tem razão, o país é que anda todo ao contrário, nem o compreende, nem o merece. Não deve ser o Gaspar a ser demitido do governo, deve ser o governo e Portugal a serem demitidos do Gaspar.

Uma nos cravo e outras na ferradura


 
   Foto Jumento
 
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Tentilhão-comum [Fringilla coelebs]
   
Imagens dos visitantes d'O Jumento
 
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Beira Alta [A. Cabral]   

Jumento do dia
  
Fernando Ulrich
 
O Senhor Ulrich, doutor para os mais incautos, descobriu, finalmente, que as suas intervenções eram um desastre para o seu próprio banco. Fica-lhe muito bem o que aprendeu na sacristia e as desculpas que dá, ainda que não se tenha curado da arrogância. O problema é que o atraso com que deu a cambalhota abona pouco a favor da sua inteligência, alguém inteligente, como, por exemplo, o seu "padrinho" Artur Santos Silva, não só não teria dito as barbaridades que o Ulrich disse como, se num momento de perda de lucidez tivessem cometido tal erro, em poucas horas se teriam apercebido de que em vez de terem falado tinham zurrado.

Resta agora perguntar à SIC quanto é que o BPI pagou para que o programa Quadratura do Círculo fosse usado para branquear a imagem deste banqueiro incompetente e mal formado.
 
«“Se o País aguenta mais austeridade? Ai aguenta, aguenta”. Esta foi a célebre expressão da autoria do presidente-executivo do BPI que deixou Portugal chocado, tendo feito correr muita tinta. Aliás, a frase foi dita em Outubro de 2012 e ainda hoje dá que falar.

Tanto, que o próprio Ulrich a mencionou mais uma vez, mas desta feita para formalizar uma espécie de pedido de desculpas. O banqueiro esclareceu ontem, na antena da SIC Notícias, que a sua ideia “foi mal interpretada”. Não obstante, admitiu: “Não consegui transmitir a mensagem que queria, problema meu”.
  
Ora, recorde-se que no passado mês de Fevereiro o responsável respondia ao deputado do PS, João Galamba, no Parlamento, onde compareceu propósito das audições sobre os planos de recapitalização da banca com recurso ao apoio estatal: “Seria um gesto gratuito estar a pedir desculpa numa situação em que não sinto essa necessidade”. Parece, pois, que, volvido sensivelmente um mês, Ulrich reviu a sua posição.

No formato televisivo ‘Quadratura do Círculo’, emitido ontem, o responsável comentou ainda a situação do desemprego. “Se não pusermos a economia a crescer, mesmo que o PIB fique a zero, não sei onde vai parar o desemprego (…). Não me passa pela cabeça que isso aconteça ou que isso seja bom”. Até porque se assim fosse, referiu o banqueiro, “devia ser internado”.» [Notícias ao Minuto]

 Uma pergunta
 
Ninguém canta o "Grãndola, Vila Morena" ao político que nem quando era primeiro-ministro e comemorava o 25 de Abril no parlamento ou agora que é presidente (com letra pequena) usa um cravo simbólico na lapela?
 
 Papas

Isto está a mudar muito, dantes os papas iam todos para o céu, apesar da austeridade e da crise financeira e mesmo sendo alemães agora vão para a reforma.

 Pergunta ao Gaspar
 
Porque razão não aplica à sua política, ao seu desempenho e aos seus resultados os critérios com base nos quais opinou sobre as políticas dos anteriores e, principalmente, do governo de Sócrates? Podia fazê-lo, chegar a conclusões e, obviamente, apresentar o inevitável pedido de demissão. Aliás, se em vez de um presidente Cavaco fosse um Presidente já teria dito o mesmo que em tempos disse Humberto Delgado, um general daqueles que não se borrava pelas calças abaixo, "obviamente demito-o!".
 
 Uma pergunta ao reitor da Universidade Católica
 
Tem a certeza de que o Vítor Gaspar frequentou as aulas do curso de economia e fez os exames, ou terá feito o mesmo que o outro e limitou-se a ir à missa e no fim pediu apresentou um pedido de equivalência?
 
 O Gaspar não falha
  
Nós é que temos que ajustar as suas previsões, dar mais três ponto à recessão ou ao desemprego e acertamos.


  
 Confere
   
«Lembra-se da conferência sobre a reforma do Estado encomendada e paga pelo Governo e apresentada como "da sociedade civil"? E das conclusões, ouviu falar? Não admira; encontrá-las não é fácil. Ignoradas pelos media, não se encontram no site do Governo, apesar das fotos do PM a recebê-las, a 24 de janeiro, das mãos da organizadora, a militante social-democrata Sofia Galvão.
  
"O PM fez o convite à sociedade civil na pessoa da d.ra Sofia Galvão, o Governo pagou mas não quer dizer que as conclusões que saíram da conferência sejam do Governo" - é assim que o gabinete do secretário de Estado adjunto do PM justifica a ausência no site. Portanto, haver um link no Portal do Governo para as conclusões de uma conferência paga por todos nós significaria que as conclusões eram do Governo. Será então que o facto de estas estarem disponíveis no site do PSD significa que são do partido?
  
Adiante. As conclusões, não assinadas, que podem também ser lidas no site da conferência - umestadoparaasociedade.pt -, apresentam-se como "síntese possível para um futuro que é de todos" com "propostas deliberadamente concretas". Deliberada, desde logo, é a premissa de que "o Estado atual é insustentável", mesmo se à frente se considera necessário criar "um consenso nacional estratégico" baseado em questões "essenciais" como "que Estado temos?" Portanto, não sabendo que Estado temos, não o queremos. Aliás, reclama-se, são precisos "dados reais", e responder a perguntas como: "O que paga o Rendimento Social de Inserção e o Subsídio de Desemprego: o IRS ou outros impostos?"

Dois dias a debater o Estado e confundem-se seguros contributivos, como o subsídio de desemprego, com prestações sociais de base não contributiva - como o RSI -, taxas com impostos. Não admira que se clame por "informação completa, clara e atualizada"; pelos vistos, o Governo deu dinheiro, mas baralhou-se a dar os números (surpresa). Na parte da educação, ainda assim, admite-se que o País tem melhorado, em termos europeus, a sua performance na competência dos estudantes; mas logo se acrescenta que "os países da bacia do Pacífico" estão muito melhor (será a "proposta concreta" mudarmos para lá Portugal?). Já na Saúde, propõe-se que "o Estado deve deixar de ser o único produtor de cuidados de saúde, permitindo a entrada no SNS das iniciativas privada e social" (sim, não sabia que não há cá saúde privada e que esta nem vive à custa do SNS?); na Segurança Social, que devem ser aplicados "factores de sustentabilidade e longevidade, por geração, para aplicar à pensão no momento da passagem à reforma" (coisa que, iríamos jurar, está em vigor desde 2006).

Na semana em que é suposto ter-se concertado com a troika o corte dos quatro mil milhões, vale a pena visitar esta caricatura de um "pensamento" já em si caricatural. Falsificações e contradições, certezas absolutas sem migalha de sustentação, propostas de "mudanças" já feitas, ignorância desbragada. E nós a pagar.» [DN]
   
Autor:
 
Fernanda Câncio.   
   
  
     
 Cavaco anda hiper activo
   
«O Presidente da República, Cavaco Silva, referiu esta sexta-feira, em Vila Flor, que a negociação sobre os despedimentos por indemnização foi "difícil" e que o resultado foi o "possível".» [CM]
   
Parecer:
 
A aparecer tantas vezes e ainda por cima a trabalhar tanto ainda lhe vai dar uma coisa.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sugira-se a Cavaco que faça como Bento XVI e se recolha na Quinta da Coelha para gozar tranquilamente os seus lucros em acções.»
      
 Exemplo gaspariano de mulher
   
«Sorri e tenta animá-la. Falta idade ao menino para entender que a mãe não come há vários dias para ele o poder fazer. "Não chora, mamã", pede Rafael, incapaz de entender a tristeza de Ana, numa casa, em Olhão, onde não há comida, eletricidade, gás nem televisão.

O frigorífico está praticamente vazio. As prateleiras guardam nada. Estão assim desde que o marido de Ana perdeu o emprego, na construção civil, há dois meses. "Tenho metade de um pacote de leite, um resto de papa, uma alface e um bocadinho de carne, que vou preparar para o meu filho comer. Amanhã [hoje] não sei o que lhe dar", desabafou a mulher.

Tal como o marido, Ana está desempregada. "Logo que engravidei, mandaram-me embora de uma pastelaria. E, como não tinha contrato, não recebi nada", diz. O marido, sem qualquer apoio social, faz uns "biscates". Foi recentemente trabalhar numas "pinturas" em Braga, mas ainda não recebeu remuneração. "Chega a fazer dias de trabalho sem ter o que comer, para não levar o pouco que há no frigorífico", explica Ana.» [CM]
   
Parecer:
 
Uma vítima colateral da austeridade que não incomoda os neo-nazis da economia do BCE.
 
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Pergunte-se ao Gapar como se sente.»
   
 Só boas notícias para o Gaspar
   
«O número de casais em que ambos estavam desempregados era de 12.987 em janeiro, um aumento de 89% face ao mesmo mês de 2012, segundo dados hoje divulgados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).
  
Os 12.987 casais desempregados em janeiro significam mais 8,3% do que em dezembro de 2012, mês em que os dados não foram publicados, como habitualmente, no site do IEFP.» [DN]
   
Parecer:
 
O que sentirá um ministro quando vês resultados que ilustram o sucesso dos seus objectivos de empobrecimento e escravidão?
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Pergunte-se ao ministro das Finanças.»
   
 O ministro não acerta uma
   
«O Governo acaba de rever em alta as projeções para o desemprego, apontando agora para uma taxa de 18,2% em 2013, o que significa que dentro de alguns meses o número de pessoas desempregadas em Portugal ascenderá a 1,07 milhões de pessoas.

Portugal chegou ao final de 2012 com uma taxa de desemprego anual de 15,7%, mas esta taxa será largamente ultrapassa em 2013, com o Governo a apontar para uns históricos 18,2%, o que significa que em 2013 contar-se-ão 1,07 milhões de desempregados.» [DN]
   
Parecer:
 
Incompetência.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Pergunte-se a Cavaco o que espera para exigir a Passos a demissão do ministro das Finanças.»
   
 Mais um diploma de incompetência
   
«Num carta enviada às autoridades portuguesas datada de 11 de março, segunda-feira desta semana, o gabinete de estatísticas das comunidades europeias explica que a seu ver a concessão da ANA - Aeroportos de Portugal não gera valor e só acontece porque a empresa estava em processo final de privatização, considerando que os 1,2 mil milhões recebidos pela concessão acabariam por se ficar refletidos no preço de venda final, que ficou nos 3,1 mil milhões de euros a pagar pelos franceses da Vinci.

"Como explicamos nas cartas anteriores, e dado que a nossa opinião é que a venda da concessão não deve ter impacto no valor da ANA em contas nacionais, é claro que a venda da concessão está simplesmente a avançar com receitas que de outra forma acabariam por ser recebidos através da privatização", afirma o Eurostat, numa carta enviada ao antigo diretor do departamento de contas nacionais do INE, e agora administrador do instituto, Carlos Coimbra.

O Eurostat reforça este argumento dizendo que "apesar da receita do montante da receita da privatização (3,1 mil milhões de euros), é preciso ter em conta que se a concessão não tivesse sido transferida por 1,2 mil milhões de euros e fosse em vez disso passada sem pagamento, seria de esperar que a receita da privatização fosse maior para refletir os recursos adicionais da empresa".» [DN]
   
Parecer:
 
Incompetência.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Demita-se o incompetente.»
   
 Acredita quem quiser...
   
«O PSD é o único partido a subir na estimativa de resultados eleitorais, se neste momento se realizassem eleições legislativas, de acordo com os dados do barómetro de março de 2013, do CESOP/UCP, para o DN/JN/Antena 1/RTP.

Com mais quatro pontos percentuais que em setembro de 2012, o PSD regista agora 28% da intenção de voto dos inquiridos, depois de distribuídos os votos dos indecisos (ver ficha técnica).» [DN]
   
Parecer:
 
Mais um pouco e o PSD pode dispensar o CDS graças a ter uma maioria absoluta, deve a imagem do Gaspar que está em alta.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»
   
 Vem aí o maior despedimento colectivo de Portugal
   
«Um vasto programa de rescisões amigáveis na Administração Pública deve avançar já este ano. A ideia é recuperar 400 milhões de euros de despesa do Estado, usada em salários dos trabalhadores do Estado.

Os números serão repartidos entre o conjunto da Administração Pública (autarquias incluídas), sendo certo que metade do valor - 200 milhões - serão recuperados no sector da Educação.» [Expresso]
   
Parecer:
 
Este governo está destruindo o país.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Espere-se pelas consequências e, entretanto, mandem-se os parabéns ao Mário Nogueira pelo contributo precioso que deu, usando os professores para ajudar este governo a ser eleito..»
   
 A novidade do dia
   
«O Presidente da República, Cavaco Silva, lembrou hoje que qualquer corte de despesas só pode acontecer depois de ser aprovado na Assembleia da República.

"O Governo pode ter anunciado isso, mas é só uma intenção, que tem que ser aprovada na Assembleia da República", afirmou Cavaco Silva, em declarações aos jornalistas, em Torre de Moncorvo, onde foi vaiado por protestantes, sublinhando ainda esperar um debate muito sério tendo em conta a equidade das soluções, salvaguardando, sobretudo, a saúde, a educação e a proteção social.» [Expresso]
   
Parecer:
 
Eu ainda sou do tempo em que medidas de caca eram devolvidas ao parlamento eram devolvidas ao parlamento porque Cavaco Silva exoigia maiorias alargadas, isto é, que fosse aprovadas por uma maioria absoluta mais o PSD e o CDS. Agora, medidas de muito maior impacto deverão ser aprovadas por maioria absoluta, isto é, pelo rebanho de deputados do governo.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se com ar de profundo desprezo pela criatura.»
   
 O Francisco foi conivente com o Videla?
    
«O Vaticano rejeitou hoje as acusações "caluniosas e difamatórias" segundo as quais o Papa Francisco foi conivente com a repressiva junta militar que governou a Argentina, atribuindo-as à "esquerda anticlerical".

O porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, sublinha que "nunca houve uma acusação concreta ou credível" contra o cardeal Jorge Bergoglio, que apenas foi "interrogado pela Justiça argentina enquanto conhecedor de certos factos".

As denúncias contra o novo Papa recuperam uma polémica já com alguns anos, depois de Bergoglio ter sido responsabilizado pelo sequestro de dois sacerdotes jesuítas - ordem que dirigia - em 1976. Segundo a versão defendida num livro de Horacio Verbitsky, jornalista que investigou o papel da Igreja durante o quente período da ditadura militar argentina, Francisco Jalics e Orlando Yorio foram sequestrados e torturados, na sequência de declarações do agora Papa, que os terá associado aos guerrilheiros.» [Expresso]
   
Parecer:
 
Pois, o passado é sempre um problemas para muitos cardeais que conviveram com ditaduras.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Espere-se para ver se o Vaticano vai ter mais de um pensionista.»
   
 Relvas é como um cardeal pedófilo
   
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«Os políticos enviam mensagens enganadoras aos portugueses e, sem debate, a divída só será paga a 30 ou 40 anos, diz Henrique Neto, primeiro subscritor do manifesto sobre a reforma do sistema politico, em entrevista à Antena 1, na qual fala sobre o estado do país e a credibilidade dos políticos.

"Para vencer a crise precisamos de um debate amplo, não de conferências ou simpósios", sublinha o empresário e ex-deputado do PS de 76 anos na entrevista a Maria Flor Pedroso, editora de política da rádio pública.

Para Henrique Neto, os políticos precisam de credibilidade. "Passos Coelho aparecer ao lado do ministro Miguel Relvas é como o Papa Francisco aparecer ao lado de um cardeal pedófilo. É simbólico, mas as pessoas veem que assim não vamos lá."» [Expresso]
   
Parecer:
 
Bem caracteriado!
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Dê-se a merecida gargalhada!»
   
 Cavaco preocupado com a tropa
   
«A situação atual nas Forças Armadas foi o tema do encontro que reuniu hoje ao fim da manhã o Presidente da República com o chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas, general Luís Araújo.

A audiência foi divulgada sem antecipação, mas o Expresso sabe que estava marcada há já algum tempo. O Presidente da República é constitucionalmente o Comandante Supremo das FA e tem-se mantido "atento e bem informado" sobre a situação no setor.

Tendo em conta a maneira de atuar do Presidente, o facto da audiência ter constado da sua agenda é um sinal público dessa preocupação.» [Expresso]
   
Parecer:
 
Pois, já poderão haver casos de militares a roubar no super para dar de comer aos filhos e isso vier a suceder há coisas que os militares não admitirão.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Aguarde-se com paciência.»
   
 Continuamos no bom caminho
   
«A ‘troika’ disse hoje que Portugal “continua no bom caminho” e que “foi cumprido” o objetivo de défice orçamental para o final de 2012 e “preservada a estabilidade” do setor financeiro, segundo um comunicado divulgado.

A sétima missão de avaliação da Comissão Europeia, do Banco Central Europeu e do Fundo Monetário Europeu, que começou a 25 de fevereiro e terminou quinta-feira, conclui também que “o ajustamento externo excedeu as expectativas” e que “está a avançar” a execução de um “vasto leque” de reformas estruturais.» [i]
   
Parecer:
 
Primeiro fazemos a penitência e depois morremos de fome e vamos para o céu onde nos esperam cinquenta virgens.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Mande-se o Senhor Salassie à bardamerda!»
   
 Mais um a apostar em aviões cheios de chineses!
   
«O secretário de Estado do Turismo, Adolfo Mesquita Nunes, defendeu hoje a necessidade de se criarem novas rotas aéreas e desburocratizar a estrada de turistas em Portugal para o país conquistar mercados emergentes como o chinês.

"Em primeiro lugar, temos de dar a conhecer o destino" na China, mas também garantir a existência de "rotas aéreas necessárias e suficientes" e permitir que a burocracia seja "tratada em pouco tempo para tornar o destino atrativo", afirmou o governante.

Adolfo Mesquita Nunes disse que já reuniu com o Ministério dos Negócios Estrangeiros "por causa do problema dos vistos", que não afeta só o mercado chinês, considerando que, "sem vistos rápidos, os turistas acabam por desistir" de visitar Portugal. "Depois, são os empresários do setor que se têm de adaptar e conhecer este novo mercado para poderem responder às suas necessidades que são diferentes das necessidades de um turista ocidental", acrescentou.» [i]
   
Parecer:
 
Será que o homem se está a oferecer para candidato à presidência do SCP?
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Dê-se a merecida gargalhada.»
   
 Ulrich, a bondade em pessoa
   
«O presidente do BPI acredita que a situação está a mudar, mas que políticas macroeconómicas e mecanismos de mercado não serão suficientes para que Portugal saia da crise.
  
Fernando Ulrich afirmou quinta-feira, na SIC Notícias, que se a economia não crescer nos próximos cinco anos não sabe “onde vai parar o desemprego, mas não fica por aqui”. O presidente do BPI ressalvou que não lhe “passa pela cabeça recomendar" o desemprego "como remédio para a sociedade portuguesa ou que isso seja bom”.

Quanto a uma forma de o país sair da situação em que se encontra, Ulrich não acredita que seja “só com políticas macroeconómicas e mecanismos de mercado”. Na opinião do executivo “são necessárias actuações voluntaristas”. E acrescenta “ temos de mobilizar os esforços de todos os que têm capacidade para fazer alguma coisa de positivo pela sociedade portuguesa, desde logo ao nível da criação de emprego e do investimento”.» [Jornal de Negócios]
   
Parecer:
 
De repente lembrou-se do que aprendeu com a Igreja. Compreende-se, persebeu que o seu ai aguentam, aguentam, pode terminar numa revolução social de consequências imprevisíveis.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Vomite-se.»
        
 E vão três vezes que promete o impossível
   
«Ministro das Finanças admitiu que a economia só voltará a crescer em termos trimestrais no final do ano, altura em que o desemprego deve atingir um pico de perto de 19%.
  
Na conferência de imprensa para apresentar as conclusões da sétima avaliação, Vítor Gaspar afirmou que as novas previsões apontam para que a economia portuguesa só apresente um crescimento positivo no quarto trimestre de 2013.» [Jornal de Negócios]
   
Parecer:
 
É a terceira vez que o incompetente promete crescimento no último trimestres, é um verdadeiro caga milhões da economia, agrava a previsão de recessão e promete crescimento para o fim do ano, já depois de o país se ter afundado e caído no caos social.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Dê-se a merecida gargalhada.»
   

   
   
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sexta-feira, março 15, 2013

Rua! 19h Lisboa - Residência Oficial - São Bento, Porto - CM

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Vítor Gaspar, o nosso 'Maozinho' estalinista da economia


Primeiro havia alguma dívida soberana e uma crise internacional, não quiseram mais austeridade, chumbaram o PEC IV e empurraram o país para o FMI.
  
Não contentes com o memorando e enquanto meio mundo detesta a ideia de se sujeitar á brutalidade das medidas do FMI, a nossa direita inventou a política absurda, desumana e incompetente do mais troikista do que a troika.
  
No que consiste este troikismo ao quadrado? É uma política económica que combina o ultra-liberalismo com o estalinismo. É ultra liberal no ódio ao Estado, a tudo o que cheire a social, a direitos sociais, a princípios constitucionais que interfiram com a economia. É estalinista porque tem pouca consideração pelos mercados e decide ao nível central quais os sectores que devem ser salvos e quais os que devem ser eliminados.
  
A economia do país foi sujeita a um verdadeiro plano quinquenal estalinista em que se pretendia reformatar tudo e todos no pressuposto de que no fim do plano quem estava a mais no país teria emigrado, os empresários de sectores considerados inúteis estariam falidos, as empresas consideradas necessárias seriam salvas com o dinheiro cobrado aos contribuintes. Destruíram-se sectores inteiros como a restauração, o pequeno retalho ou a construção civil, ao mesmo tempo cortaram-se subsídios a todos os portugueses para com esse dinheiro tapar o buraco do BPN e emprestaram-se milhões aos bancos emprestados com dinheiro da troika cuja garantia é dada por uma política brutal para o cidadão comum.
  
Esta política estalinista é infalível e por isso sempre que os sinais de insucesso são evidente adoptam-se mais medidas brutais, o sucesso da política está acima da vontade do povo, as manifestações são para ignorar, o governo tem legitimidade, conta com um rebanho parlamentar e, portanto, podem protestar, chiar, berrar ou cantar a ‘Grândola’, as eleições serão no fim da legislatura, até lá manda o Gaspar, conta com o apoio do Passos Coelho, do sindicato financiado pela banca e do Presidente que pouco mais é do que presidente.
  
O crescimento débil transformou-se em espiral recessiva, a dívida elevada passou a galopante e insustentável, a receita fiscal colapsou, as gorduras do estado transformaram-se em obesidade mórbida, esqueceram-se da lipoaspiração das tais gorduritas e quanto aos famosos esqueletos escondidos no armário para os quais alertaram a troika numa famosa carta entregue pelo agora camarada Eduardo Catroga, devoto de Mão e das notas do BCE.
  
Mas o plano quinquenal estalinista está a ser um sucesso, como, aliás, o foram todos os planos estalinistas. Pouco importam os custos sociais, o pai que se atira ao poço com o filho de dois anos, as famílias que voltam às despedidas em Santa Apolónia. São figuras menores que não conta, gente que nasceu para aguentar nem que para isso sejam sem-abrigos, porque é mais barato dar uma sopa quente a um sem-abrigo do que um subsídio a um desempregado, menos dinheiro gasto com subsídios significa mais receitas de IRS disponibilizadas para reduzir o IRC à banca. Os bancos é que financiam a economia e segundo esta lógica quantos mais portugueses inúteis forem transformados em sem-abrigos mais dinheiro haverá para ajudar os coitados dos banqueiros.
  
Faltava um argumento para convencer os portugueses de que o plano estalinista era mesmo necessário? Inventou-se um famoso desvio colossal que foi combatido destruindo toda uma classe profissional acusada (como sucedeu com os judeus alemães) de ser responsável por todos os males do país, de viver à grande e à francesa à custa dos outros. O desvio colossal foi corrigindo expropriando 30% do rendimento de um grupo profissional. Tal como Mão perdeu uma colheita matando os pardais no pressuposto de que estes comiam as colheitas, cá o consumo colapsou e o desvio colossal provocado pelas medidas foi quatro vezes superior ao falso desvio colossal que justificaram essas medidas. Pior do que isto só a política estalinista de Mão do tempo do grande passo em frente, quando derreteram todas as alfaias agrícolas para transformar a China num grande produtor de aço e no final a china ficou com uma imensidão de entulho de aço de péssima qualidade e muitos milhões de chineses morreram à fome porque sem as alfaias não produziram alimentos.
O Portugal do Gaspar faz lembrar a China estalinista de Mo-Tse-Tung.

Umas no cravo e outras na ferradura


 
   Foto Jumento
 
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Acanto [Acanthus mollis], Jardim Gulbenkian, Lisboa
   
Imagens dos visitantes d'O Jumento
 
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Disputa [A. Cabral]   
 
Jumento do dia
  
Manuel Meirinho, funcionário do Gaspar
 
Digamos que o PSD não é das melhores escolas de dignidade e princípios, o que não quer dizer que todos os militantes são meirinhos, conheço gente muito boa e digna na naquele partido «, ainda que nos últimos tempos andem um bocado arredados da política.

Quanto ao Zorrinho é bom que perceba que não há grande diferença entre analisar o projecto do governo numa conferência convocada pelo ministro ou por uma universidade, ainda por cima o ICSP.
 
«Carlos Zorrinho acusou esta tarde o Ministério das Finanças de "aproveitamento lamentável" da sua "boa-fé e vontade de participação e cidadania", depois de ter sido conhecida a participação do líder parlamentar socialista numa conferência organizada pelo Governo sobre a reforma do Estado.

Numa carta, a que o DN teve acesso, Zorrinho informa o presidente do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP), Manuel Meirinho, da sua indisponibilidade para participar neste evento organizado pelo INA, instituto sob tutela das Finanças, que será aberto pelo primeiro-ministro, Passos Coelho, e encerrado pelo Presidente da República, Cavaco Silva.
  
"Não fui em nenhum momento informado que a organização não era uma iniciativa académica, mas uma iniciativa política patrocinada pelo Ministério das Finanças", explica o deputado socialista, apontando o dedo ao "aproveitamento" do Governo "através do Ministério das Finanças", "com a conivência aparente do ISCSP".

O presidente deste instituto da Universidade Técnica de Lisboa renunciou ao cargo de deputado pelo PSD (eleito como independente pela Guarda), para assumir estas funções. Manuel Meirinho colaborou ainda no projeto do PSD de revisão constitucional que Passos Coelho meteria depois na gaveta.» [DN]



 Joana Manuel
 
 

 Trova do vento que passa, poema de Manuel Alegre

Manuel Alegre e Carlos Paredes + Amália Rodrigues



Adriano Correia de Oliveira:


 
PS: Vale mais este poema de Manuel Alegre do que todos os conhecimentos de economia do Cavaco Silva, daqui a décadas ainda será declamado, cantado e lido enquanto os livros e os prefácios do homem da Quinta da Coelha nem terão valor para os alfarrobistas. Enfim, a eleição de Cavaco Silva para presidente deste país foi um momento de mau gosto colectivo que estamos pagando com língua de palmo.

 Para entreter o Gaspar em dia de avaliação
 


  
 Olha, vi a mão invisível
   
«A coisa mais errada que se poderia dizer é que Luís Pais Antunes não pode ser presidente da Autoridade da Concorrência (AdC) porque foi secretário de Estado nos governos de Durão Barroso e de Santana Lopes. Embora seja fundamental a independência partidária do regulador mais importante do País, o facto de alguém ter ligações políticas não o deve excluir. Não pode ser visto como uma debilidade fatal. Uma nódoa. Uma suspeita. O envolvimento político, embora hoje sob mira permanente - com razão de ser -, pode até ser um fator de valorização pessoal, cívica e talvez até profissional, não o contrário. Há políticos que não se serviram da política: pelo contrário, serviram-na.
  
No entanto, o facto de Pais Antunes ser advogado da PLMJ, sócio deste escritório (recebe lucros) e de este escritório ter em mãos processos ligados às telecomunicações e a centenas de empresas de outras áreas - bancos, por exemplo, que estão sob investigação - levanta muitas dúvidas. Faz sentido que o presidente da entidade que protege os consumidores, as empresas e a economia tenha um passado recente - aliás: um presente - ligado a companhias que agora se propõe fiscalizar? Não criará isso suspeitas - algumas até injustificadas? Não fere a confiança do mercado? Não o fragiliza a ele e, portanto, a nós? A resposta é evidente: sim, claro que sim. Surpreende apenas que o Governo tape os olhos e os ouvidos.
  
Há um terrível mal lusitano: os bons são sempre os mesmos. Há um cargo para uma empresa pública, até o de simples assessor? Apesar do desemprego, os candidatos contam-se pelos dedos. São raríssimas as caras novas. Vivemos em circuito fechado. Alguns andam por aí há 20, 30 anos, com terríveis fracassos, falências, disparates às costas, mas mantêm-se na pole position. Dão entrevistas, mexem os cordelinhos. Movimentam-se. Não é o caso de Pais Antunes - que mediou com êxito as últimas negociações da Concertação Social e tem currículo... de advogado - mas é com esta trupe que agora ele se está a misturar.
  
Não haverá ninguém na Autoridade da Concorrência com capacidade para o lugar? Numa altura destas, em que é cada vez mais importante ter reguladores fortes e capazes, não faria sentido uma escolha de dentro? Alguém que já estivesse na Concorrência? É adequado nomear um advogado de negócios - por mais sério que ele seja? Não se trata de exigir uma pureza laboratorial inexistente e até indesejável. A ideia é apenas evitar conflitos de interesse. Aliás: a obrigação é separar o Estado das empresas, porque é nesse esfrega-esfrega que florescem as suculentas rendas milionárias e os penosos défices públicos. Há sempre uma mão que embala o berço... Julguei que o Governo queria acabar com isto. Foi pelo menos o que ouvi. Vejo que não é bem o caso. Olha, deve ser esta a famosa mão invisível.» [DN]
   
Autor:
 
André Macedo.
   
  
     
 Cavaco vai receber mais uma bênção papal
   
«De acordo com a mesma fonte, o chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva, chefiará a delegação que se irá deslocar a Roma e da qual fará parte o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas.» [CM]
   
Parecer:
 
Bem precisa, bem precisa...
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Aprove-se e pergunte-se ao Aníbal se não quer ficar em Roma até ao fim do seu triste mandato.»
      
 Papa por desgosto de amor
   
«"Se não me caso contigo vou para padre", terá dito o jovem Jorge Bergoglio à sua namorada, do bairro argentino de Flores. "Não tenho nada a esconder, foi um coisa tão de crianças e tão pura. Acho que me pediu em casamento porque queria seguir o exemplo que via em casa e formar uma família", recordou a antiga namorada do agora Papa Francisco à rádio Mitre, de Buenos Aires.

Apesar de todo o empenho dos pequenos, o romance não perdurou por oposição dos pais de Amália, que negou ter tido uma relação "séria" com Bergoglio. "Apaixonada? Nessa idade não conhecia o amor; o amor só conheci quando cresci", esclareceu a amiga de infância do agora líder da Igreja Católica.» [DN]
   
Parecer:
 
Talvez por isso é é um feroz opositor ao casamento gay.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»
   
 INA ao serviço do governo
   
«O primeiro-ministro, Passos Coelho, participa segunda-feira no arranque do ciclo de conferências sobre "Funções do Estado, Políticas Públicas e Administração Pública", promovido pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) e pelo INA.

Numa altura em que está no centro do debate a reforma do Estado e o eventual corte de quatro mil milhões de euros na despesa pública, Passos Coelho estará segunda-feira ao lado de Carlos Costa, governador do Banco de Portugal, e Correia de Campos, ex-ministro da Saúde, a falar sobre quais devem ser as funções do Estado.» [DE]
   
Parecer:
 
O INA sempre foi um sítio onde se ganha muito dinheiro servindo todo e qualquer governo. Em relação ao ISCSP pode-se dizer que está para as universidades como o INA está para a Administração Pública, é assim desde os tempos em que formava os administradores coloniais.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Elogie-se o empenho de Cavaco no sucesso do seu governo.»
   
 Portugal volta a testar a troika nos mercados
   
«O anúncio do IGCP - Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública indica que, a 20 de março, serão realizadas uma emissão de Bilhetes do Tesouro com maturidade a 21 de junho de 2013 e outra com prazo de setembro de 2014.» [DE]
   
Parecer:
 
A verdade é que com a troika  a prolongar a austeridade por mais um ano e a renovar o empréstimo por mais uns anos que vai ao mercado é a troika e não Portugal. Isto não é gestão financeira do estado, é marketing político para totós.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»
   
 Ai aguentam, aguentam...
   
«O presidente executivo da Jerónimo Martins viu a sua remuneração aumentar mais de 20% no ano passado, com a componente variável a ganhar importância no valor global.

A Jerónimo Martins divulgou esta tarde o relatório de Governo da Sociedade com a remuneração dos membros dos órgãos de administração e fiscalização, junto da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).» [Jornal de Negócios]
   
Parecer:
 
Assim quem é que não aguenta.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Pergunte-se ao merceeirozinho holandês se recebeu em escudos ou em florins.»
   
 Já se sente a mão de Passos Coelho
   
«Portugal desceu três lugares no ranking de desenvolvimento humano das Nações Unidas - está agora na 43ª posição entre 187 nações. Depois de apresentar uma tendência crescente até 2010, parece ter estagnado e, nalguns indicadores como o rendimento per capita, piorou.

Com 0.816 pontos, Portugal integra os 47 países com índice de desenvolvimento humano (IDH) muito elevado, mas abaixo da média dos países dessa categoria e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), revela o relatório "A ascensão do Sul: progresso humano num mundo diverso", divulgado esta quinta-feira pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), na cidade do México.» [Jornal de Notícias]
   
Parecer:
 
Isto começa a ser a Massamalândia.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «lamente-se pelo país e pelo povo português que vive uma fase de grande incompetência governativa.»
   
 Trabalhador exemplar
   
«“Para cometer o crime, o suspeito esperou que a carruagem do metropolitano parasse no cais de embarque na estação, aproveitando a entrada e o aglomerado de pessoas para se aproximar e empurrar a vítima pelas costas para furtar do bolso das calças um telemóvel avaliado em cerca de 700 euros”, descreve a PSP.

Um polícia que viajava naquela composição observou toda a acção do suspeito e interceptou-o à saída.

Depois de identificado, a PSP constatou que o suspeito, um homem de 75 anos, já tinha sido detido cinco vezes desde 2007 e, recentemente, cumpriu um ano e dois meses de pena de prisão efectiva pelo mesmo tipo de crime.» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:
 
Quando tantos falam a em prolongar a idade de reforma em vez de preso o homem devia ter levado uma comenda presidencial. Não é só o Catroga a trabalhar até tal idade!
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Dê-se a merecida gargalhada.»
   

   
   
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