sábado, novembro 08, 2014

A imbecilidade é como o ketchup

Segundo os estudos dos cérebros de Harvard que o Gaspar copiou para Portugal depois da poda drástica que levou à ruína de milhares de empresas consideradas parasitárias, ao despedimento de centenas de milhares de trabalhadores e à retracção brutal do consumo os rebentos da nova economia deviam brotar por todos os lados e o crescimento devia fluir como ketchup.
  
Afinal o ketchup é outro, o ketchup que jorra é o do dinheiro para as viagens do Paulo portas, o da desorientação da ministra da Justiça, o das argoladas do Crato e um ketchup de qualidade superior, um ketchup gourmet  que é o ketchup que jorra abundantemente sob a forma de estupidez do ministro da Economia.
  
O Álvaro poderia ser um pouco exótico mas era qualificado e sabia do que falava, sabia o que queria, tinha projectos. O imbecil que substituiu Ávaro Santos Pereira, animado pela bajulação de jornalistas ávidos do dinheiro da publicidade da UNICER convenceu-se de que seria a última Coca-Cola do deserto e agora até acha que tem humor. O homem não sabe uma peta de economia, formado em gestão e com um desses MBA que vão tirar a Espanha entre uns passos de flamengo e umas castanholas sabe menos de economia do que um aluno do primeiro ano da Universidade Lusíada.
  
O único ketchup que jorra neste pobre país é a imbecilidade de um ministro que só sabe ler estatísticas mas que não tem outro projecto senão andar a passear com o Paulo Portas fazendo de caixeiro-viajante do Magalhães.

Umas no cravo e outras na ferradura



   Foto Jumento


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Mértola
  
 Jumento do dia
    
Santinha da Rua da Horta Seca

Convencido de que os jornalistas e os portugueses estão aos seus pés na esperança de levarem uma fatia do orçamento publicitário da Unicer a Santinha da Horta Seca continua comportar-se no parlamento como se estivesse com umas amigas num bordel. E o mais grave é que este político imbecil, um ministro da economia com uma mera licenciatura em gestão e um mestrado em castanholas espanholas julga que sabe mesmo o que está fazendo.

Consciente da figura triste que fez no parlamento, onde tratou de forma muito pouco digna o líder da oposição o imbecil veio justificar-se dizendo que à vezes é preciso ter humor ou mesmo ser um pouco excêntrico. Acontece que não houve humor, aquilo que os portugueses f«viram foi um imbecil com voz meio feminina, como se saísse à tia. E não foi excêntrico, o seu comportamento foi antes de um canalha, para não dizer de um filho de uma senhora de maus costumes.

Por fim disse umas baboseiras argumentando com terminologias locais. Pois se alguém o vir a falar assim na minha terra o mínimo que lhe chamam é maricon e ainda lhe perguntam se bebeu água do poço velho.

 Pequenezas

Nuno Magalhães, líder parlamentar do CDS que disputa com Pires de Lima o título de campeão dos ataques mais baixos à oposição foi a correr para a comunicação social dar conta de uma reunião com o PS sobre a reforma do IRS e o saque fiscal verde. Esta gente anda mesma desesperada e o mesmo CDS que faz as figuras imbecis que fez o senhor da Superbock rebaixa-se ao exibir uma mera reunião com o maior partido da oposição.

 17 leões contra um porco-espinho



 Explicado o mau momento de Piiiires deeee Liiiiimaaaaaa

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E já que o imbeciiiilllll não sabe distinguir a Catherine Deneuve do Michael Phelps Aqui ficam imagens dos dois, não vá o imbeciiiilllll convidar a Catherine para ir para a piscina e o Michael para ir para a cama.
 
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 Juízes

Depois de tudo o que vimos e ouvimos deste governo em relação aos juízes não deixa de ter alguma graça a reacção "corajosa" do governo e da ministra do Citius em relação aos juízes emigrantes pagos a peso de ouro em Timor.

      
 A grande reforma da universidade
   
«Nunca gostei da Universidade de Coimbra: nem da instituição, nem dos professores, nem da praxe (uma selvajaria sem graça e sem sentido), nem sequer dos cafés que a oposição frequentava. Escrevi também um livro que me deu para perceber o horror de tudo aquilo, mesmo na altura em que Eça e Antero andavam por lá.

E, depois, durante a Ditadura, Coimbra forneceu fielmente Salazar com os piores ministros do país. Não espero nada de bom que venha daqueles sítios. Mas não deixou de me surpreender a atitude do sr. António Santos Justo, hoje director da Faculdade de Direito, que proibiu um debate entre Pedro Mexia e Rui Tavares sobre "ideologias no mundo actual", em nome da "tradição" e da "neutralidade". Estamos, vale a pena lembrar, no fim de 2014.

A ignorância do sr. Justo sobre as matérias que ensina (Direito, presumo) é incomensurável e a ignorância da Universidade sobre o sr. Justo não é com certeza menor. O sr. Justo julga ainda, apesar da sua idade e posição, que pode à sua vontade preleccionar sobre Direito, sem implicitamente escolher a cada palavra uma posição ideológica. Ninguém lhe disse que desde a antiguidade se discute a natureza da lei e os modos lícitos de a fazer e aplicar. Mas talvez o sr. Justo tenha evitado leituras perigosas, de Platão a Rawls, e se contente com a "sebenta" de um predecessor ilustre, como por exemplo o imortal professor Varela (de resto, um homem simpático), que em 1970 continuava a chamar "concubinato" à coabitação sem casamento, sem que nisso pesasse a sombra de uma ideologia.

Há uma esperança. Por vontade do sr. Justo, ele inevitavelmente fechava a parte da Universidade de Coimbra que se ocupa de ciências sociais, para não falar em humanidades, que com a sua permanente discussão ideológica só servem para confundir a cabeça do estudante mais cauteloso e servil. Quanto às ciências sociais, basta abrir a televisão para verificar a confusão em que vive aquela pobre gente: economista contra economista, sociólogo contra sociólogo e por aí fora, berrando e esperneando por causa dessa coisa infame que o sr. Justo se esforçou para banir, num gesto heróico, da sua Faculdade de Direito. Verdade que este novo método levanta dois problemas. Primeiro, aliviaria o orçamento do dr. Nuno Crato. E, segundo, provocaria imediatamente uma enorme polémica ideológica sobre quem devia sair e quem devia ficar. Mas, de qualquer maneira, os portugueses não tornariam a esquecer o admirável sr. Justo.» [Público]
   
Autor:

Vasco Pulido Valente.


 PT investiu na Rio Forte já falida
   
«A Rioforte tinha um valor patrimonial negativo de 945 milhões de euros em meados de fevereiro e havia um “risco elevado” de a empresa do Grupo Espírito Santo não conseguir fazer duas operações de mercado que estavam planeadas para melhorar a situação de solvência. As conclusões constam de um relatório da PwC entregue ao Banco de Portugal em março, cerca de um mês antes de a Portugal Telecom aplicar 897 milhões de euros em papel comercial da Rioforte.

O Jornal de Negócios avança nesta sexta-feira que o Banco de Portugal foi alertado pela consultora PwC de que a Rioforte, a “holding” não financeira do Grupo Espírito Santo (GES), tinha um valor patrimonial negativo de 945 milhões de euros. Essa foi a conclusão do exercício transversal de revisão das imparidades dos créditos concedidos (ETRICC) ao Grupo Espírito Santo (GES), encomendado pelo Banco de Portugal à consultora. O relatório tem data de 14 de março, diz o jornal.» [Observador]
   
Parecer:

A crer no paspalho da Horta Seca a culpa desta decisão foi de Sócrates.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Pergunte-se ao Tótó da Rua da Horta Seca se foi Sócrates que mandou a PT enterrar-se na Rio Forte.»

 Morre jihadista tuga
   
«Morreu o primeiro jihadista português a combater pelo Estado Islâmico (EI). Sandro “Funa”, de 36 anos, faleceu na sequência de ferimentos graves depois da cidade síria onde combatia ter sido bombardeada no final de outubro. A família já terá sido informada pelos serviços de segurança, avança o jornal Público.

Sandro converteu-se ao Islão quando, em 2007, deixou Lisboa para se mudar para Londres. Foi na capital inglesa que terá sido convencido por forças radicais a rumar à Síria para se juntar, no início deste ano, à organização terrorista.

O jovem de origem cabo-verdiana, que antes de se mudar para Londres residia na linha de Sintra, é a primeira vítima portuguesa no conflito que opõe o EI à coligação internacional, liderada pelos norte-americanos. Nos últimos meses, a coligação tem feito bombardeamentos aéreos seletivos em várias cidades da Síria e do Iraque.» [Observador]
   
Parecer:

Isto de ir para o meio de uma guerra tem os seus riscos.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Dê-se conhecimento ao ministro dos Negócios Estrangeiros.»

 Portas só trabalha com factos
   
«Questionado pelos jornalistas se esta afirmação era um recado às previsões menos favoráveis de organizações internacionais ou às declarações da presidente do Conselho de Finanças Públicas (CFP), Teodora Cardoso -- que, na quarta-feira, alertou para "riscos na previsão de receita dos impostos diretos", como o IRS e o IRC, e para a existência de um "risco de execução orçamental não negligenciável" do lado dos impostos indiretos no Orçamento do Estado para 2015 - Portas respondeu: "Eu trabalho com factos. As previsões são úteis, mas os factos são mais sólidos".» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:

Portas até tem a sua graça, tanto quanto se sabe a única vez que teve um emprego digno desse nome e toda a sua vida foi na Amostra, uma empresa de sondagens que lhe pagou um Jaguar que ficou famosos nalgumas zonas mais pitorescas de Lisboa. Isto é, a única vez que Paulo portas fez pela vida foi exactamente a fazer previsões numa empresa da saudosa Universidade Moderna!
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Dê-se a merecida gargalhada.»

 Selecção convocada 
   
«O selecionador nacional já divulgou a lista de convocados para os embates frente à Arménia e à Argentina nos próximos dias 14 e 18, respetivamente. A grande novidade vai para os regressos de Hélder Postiga e Bosingwa e para a chamada de Raphaël Guerreiro (Lorient) e de Tiago Gomes (Sp. Braga).» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:

Agora a dúvida está em saber se vão treinar para Óbidos ou se preferem uns jogos de dominó na Alameda.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»
  
 Se não fosse o Opus Macedo o qque seria de nós?
   
«A falta de clínicos em França ou na Irlanda está a levar aqueles países a recrutar profissionais portugueses, oferecendo-lhes cerca de 15 mil euros mensais, quando em Portugal o salário destes profissionais em início de carreira é de 2.746 euros brutos, revela a edição de hoje do Diário de Notícias.

Questionado sobre esta situação, o ministro da Saúde, Paulo Macedo, defendeu que o mercado de trabalho de "qualquer profissão diferenciada, das pessoas com competências específicas, (...) é o mercado internacional", lembrando nomes de profissionais que foram trabalhar para fora "e regressaram como mais-valias", como João Lobo Antunes, Manuel Antunes ou Sobrinho Simões.

"O valor que nós pagamos aos nossos médicos, quer quando acabam a licenciatura, quer quando acabam a especialidade, é do valor mais alto que pagamos a qualquer licenciado em Portugal. (...) À saída da faculdade, no Estado e mesmo no sector privado, em muitos casos, ninguém paga valores tão elevados como nós pagamos aos médicos. E também, ao fim de quatro anos, são dos valores mais altos que qualquer licenciado ganha em Portugal", defendeu Paulo Macedo, à margem da cerimónia de tomada de posse do novo conselho diretivo do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA).» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:

É o mercado de trabalho dos médicos e de todos os portugueses.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Informe-se o Opus Macedo que a livre circulação de trabalhadores existe desde que Portugal aderiu à CEE, a diferença agora está unicamente nele e nos seus pares de jarras do governo.»
  
 O Ulrich diz que não aguenta
   
«Quando rebentou a ‘bomba’ chamada Banco Espírito Santo, a solução escolhida pelo Banco de Portugal e pelo Governo foi a de dividir a instituição em dois bancos, o que deu origem ao Novo Banco, o banco bom.
Esta solução, recorde-se, implicou que os todos os bancos portugueses emprestassem dinheiro (num total de 700 milhões de euros) ao Fundo de Resolução – o maior acionista do Novo Banco – para que a recém-criada instituição bancária fosse capitalizada.

Ontem, no programa da SIC Notícias, ‘Quadratura do Círculo’, Ulrich admitiu que preferia a “solução do Partido Comunista, que era a nacionalização do banco”.

“Essa tinha sido melhor para nós”, pois, explicou, “os outros bancos não estavam agora com um risco enorme de arcar com um prejuízo que pode ser muito significativo”.» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:

Tem-se discutido muito o resgate do BES com um esquema que visa iludir os contribuintes e nada se tem dito da solução na perspectiva dos outros bancos. Faz sentido os accionistas de banco bem geridos virem a ser penalizados por uma solução que não foi da sua iniciativa e que visou apagar o rasto do envolvimento do governo? É evidente que não, depois de terem roubado os accionistas do BES, designadamente, daqueles que não pertenciam à família e amigos dos Espírito Santo o BdP vai penalizar os accionistas que nem nem sequer quiseram apostar no BES num tempo em todos elogiavam este banco, a começar pelo governador do Banco de Portugal que se empenhou activamente em enganar os pequenos investidores no último aumento de capital do banco e que dias antes do resgate garantia que haviam investidores estrangeiros interessados em comprá-lo.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Aprove-se o protesto do "ai aguentam".»

 O governe desconhece oficialmente a morte do jihadista tuga
   
«O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, disse esta sexta-feira que o Governo desconhece oficialmente a morte de um alegado jihadista português na Síria.

“Não temos ainda confirmação absoluta dessa informação e portanto não posso, em definitivo, dizer nada sobre isso, temos a informação não absolutamente confirmada ainda”, disse.» [Observador]
   
Parecer:

Aguarda um telegrama de condolências de al-Baghdadi e nessa ocasião mandará as condolências à família.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Dê-se a merecida gargalhada.»

 Começou a privatização dos hospitais públicos
   
«Os hospitais públicos que queiram prestar serviços a casos encaminhados por seguradoras, por hospitais privados ou por outros países, vão poder fazê-lo desde que não prejudiquem o acesso dos utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS). Contudo, a Entidade Reguladora da Saúde (ERS) considera que as unidades públicas devem primeiro arrumar a casa, “antes de se conjecturar a entrada em mercados não SNS”, reforçando a importância de uma verdadeira aposta na “gestão integrada eficiente”. Até porque são apenas 15 os centros hospitalares que reúnem as condições necessárias nas áreas de cirurgia avaliadas: cardiologia, cirurgia plástica e reconstrutiva, oftalmologia, oncologia e ortopedia.

A posição da ERS é defendida num parecer divulgado nesta sexta-feira, feito na sequência de um pedido do ministro da Saúde em Maio deste ano, com o objectivo de se perceber o “volume de serviços que os hospitais públicos podem prestar a terceiros não utentes do Serviço Nacional de Saúde” e quais são os “indicadores relevantes para aferir se a prestação de serviços põe em causa o acesso pelos utentes do SNS à rede hospitalar pública”. A decisão final é do Governo, mas a ERS sugere que primeiro se resolvam os problemas de acesso no sector público, enviando, por exemplo, doentes dos hospitais com mais atrasos para estes 15 com mais capacidade.» [Público]
   
Parecer:

Numa situação de urgência, por exemplo, se há uma mesma cama na UCI para dois doentes, um do SNS e outro privado, qual é o doente prioritário? E a remuneração dos médicos não distingue doentes do sector privado e doentes do SNS?

Como não pode privatizar os hospitais o Opus Macedo privatiza os serviços e daqui a uns tempos os doentes do SNS serao tratados como estando a empatar.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Pergunte-se ao Opus Macedo.»

   
   
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sexta-feira, novembro 07, 2014

Ricardo Salgado a presidente do BCE

Não há grande diferença entre escolher Junckers para presidente da Comissão Europeia ou designar Ricardo Salgado como presidente do BCE, tanto um como o outro geriram o que tinham a gerir com base em vigarices e pouco se importando com as consequências e vítimas dos seus actos de gestão oportunista.
  
É ridículo que um político que ajudou empresas a prejudicar outros países e cidadãos europeus a troco de benefícios fiscais para o seu país tenha sido presidente do Eurogrupo e depois promovido presidente da Comissão Europeia. Aquele que pagava boas pensões de reforma à custa do desvio de receitas fiscais de outros Estados-membros da EU estava o Eurogrupo a exigir que cortassem nos pensionistas de outros países para compensar os desequilíbrios orçamentais.
  
Este é o espectáculo degradante da Europa da senhora Merkel, do Durão Barroso e do Junckers, uma Europa sem valores, gerida por oportunistas e com base num discurso miserável onde a competitividade é conseguida através de vigarices. E não vale a pena dizerem que foram surpreendidos, todos sabiam e há muito que alguns países europeus são oportunistas.
  
Por coincidência o Eurogrupo é agora presidido por um holandês, o ministro das finanças de um país que se tem dedicado a desviar empresas de outros Estados-membros a troco de vantagens fiscais. Além disso, conta ainda com o porto de Roterdão, um porto que toda a Europa sabe que permite facilidades muito para além do admitido, sendo um verdadeiro buraco.
  
Muito do progresso de países como a Holanda e o Luxemburgo é conseguido à custa do prejuízo que as suas manobras mafiosas provocam aos parceiros comunitários e os governantes destes países oportunistas estão entre os mais fundamentalistas nos ataques aos países do Sul da Europa.
  
Faz tanto sentido a Europa ter Junckers à frente da Comissão Europeia como faria escolher Ricardo Salgado para liderar o banco Central Europeu. Até ficava tudo entre amigos e família pois Ricardo Salgado foi o principal mecenas de Durão Barroso.
  
PS: é uma pena que o imbecil não brinque com a taxas e taxinhas do Luxemburgo ou da Holanda com o mesmo ar de canalha idiota com que gozou de forma pouco digna com António Costa. Fazia mais sentido e gabava-lhe a coragem, já que quanto ao humor é duvidoso e apenas revela que o brilhante senhor do CDS não passa de um apalermado.
 


Umas no cravo e outras na ferradura



   Foto Jumento


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Manifestante, Lisboa (2/03/2013)
  
 Jumento do dia
    
Miguel Cadilhe

É bom ouvir Miguel Cadilhe queixar-se do Tribunal Constitucional ou referir-se ao guião da reforma do Estado da autoria de Paulo Portas como sendo uma parolice. Mas este é o mesmo Miguel Cadilhe que defensdia o despedimento de mais de 200 mil funcionários públicos e que queria que Sócrates lhe emprestasse 400 milhões de euros porque com esse dinheiro resolveria o problema da SLN e do BES.

Foi também ele que propôs a venda do ouro do BdP paa reformar o Estado. É uma pena que nunca tenha sido chamado a cocretizar um guião com base nestas propostas, da mesma forma que nunca demonstrou como teria salvo a SLN e o BPN com 400 milhões de euros dos contribuintes.

A credibilidade de alguns opinion makers desta praça vale o que vale e no caso do Cadilhe há uma contradição clara entre a forma como fala dos outros e o seu desempenho. É bom lembrar que Cadilhe foi ministro das Finanças com Cavaco Silva, que o seu secretário de Estado do Orçamento, com a pasta dos impostos, era um tal Oliveira e Costa e de que não há memória de enquanto ministro ter defendido ou proposto muito do que desde então vai defendendo.

«“Derrocada de 2011″ foi talvez a expressão mais usada por Miguel Cadilhe na conferência sobre a “jurisprudência da crise” na Faculdade de Direito. Mas foi a expressão utilizada para caracterizar o “chamado” guião da reforma do Estado que mais ficou no ouvido: “É uma parolice, uma desconsideração”. O ex-ministro das Finanças defende um compromisso entre PS e PSD para que se faça a verdadeira “reforma estrutural” pois caso contrário o país “não poderá continuar na zona euro”.

Na conferência na Faculdade de Direito de Lisboa, Miguel Cadilhe defendeu que se o Governo teve alguma razão sobre alguns acórdãos do Tribunal Constitucional, mas que também é verdade que cometeu alguns erros, nomeadamente, disse, no que a reformas estruturais diz respeito. E foi aí que classificou o “chamado” guião da reforma do Estado.» [Observador]

 Idiota


Esta gente não hesita em recorrer a estratégias dignas de idiotas.


 Temos uns almirantes muito corajosos

  
Estimulados por um ministro dado a brincar aos drones e que anda muito excitado no seu papel de galo-da-Índia disfarçado de falcão os diversos ramos das forças armadas gastam o dinheiro dos contribuintes a brincar às guerras. Primeiro foi a Força Aérea a exibir o seu temível poderio aéreo fazendo companhia a dois bombardeiros russos que voavam no espaço aéreo internacional.
 
Agora foi a Armada, que à falta de um perigoso porta-aviões andou a chatear um navio hidrográfico russo só porque navegava em águas que sendo internacionais fazem parte da zona económica exclusiva. Para justificar as brincadeiras agressivas o nossos destemido almirantado fez questão de informar que a investigação científica ou os levantamentos hidrogárficos no mar territorial de um país pode ser considerado "prejudicial à paz, à boa ordem ou à segurança do Estado costeiro.
 
O problema é que o navio hidrográfico não estava  a investigar nada, nem sequer navegava no nosso mar territorial, um eufemismo destinado a evitar a expressão de águas territoriais. O navio navegava em águas internacionais e o que a Armada fez foi deslocar um navio de combate para encher o peito junto de um navio desarmado.
 
Quem teve um comportamento prejudicial à paz e à à boa ordem foi quem usou de meios para intimidar quem navegava livremente em águas internacionais. é bom recordar estes destemidos almirantes que no tempo do anterior governo diziam que nem havia dinheiro para o gasóleo, agora já sobra o dinheiro dos contribuintes para andarem a brincar às guerras?

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Aquilo que estes senhores andam a fazer é a tramar arranjar maneira de o país perder mais uns mercados, arranjando um inimigo onde não existe. Como não tem mais nada para se armar ao pingarelho o nosso ministro da Defesa anda a inventar guerras para dar nas vistas. Dantes era o Paulo Portas que mandava fragatas "atacar" uma traineira onde faziam abortos, agora é o Aguiar-Branco a criar um estado de guerra naval mandando uma corveta "ladrar" a um pacífico navio hidrográfico. Um dia destes os russos manda um porta-aviões passear por estas bandas e mijam-se todos.
  
Se os jornais europeus dessem conta de cada "traque" russo por esse mundo fora não haveria papel para tanta notícia e se todos os ministros europeus pagassem a sua bazófia agressiva com manobras navais não haveria dinheiro que chegasse para o gasóleo.

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PS: O perigoso navio russo que levou os novos bravos almirantes a calçarem as pantufas para sob o comando do Neptuno da Defesa foi um navio que até esteve na Expo 98, a tal exposição dedicada aos mares e até estava previsto vir a Lisboa em Outubro.

A marinha, que deve estar cheia de dinheiro, acompanhou este navio com uma corveta ao longo de uma semana, navegando desde o Algarve até ao Minho.

 Resgatar a PT para quê

Para que os futuros donos peçam ajuda na defesa dos centros de decisão portugueses para dois ou três meses depois a venderem a bom preço a chineses?

      
 Outra vez a Carlyle
   
«A investigação, divulgada nesta quinta-feira por vários jornais europeus, dos acordos confidenciais celebrados entre grandes empresas e o Estado do Luxemburgo para reduzir o pagamento de impostos identifica seis empresas associadas a Portugal. De acordo com o jornal britânico The Guardian, uma das empresas é o Carlyle Group, uma das mais conhecidas empresas de investimento americanas que tem ligações ao antigo embaixador americano em Portugal, Frank Carlucci, que ainda é presidente emérito, mas sem funções executivas.

Entre as companhias que terão beneficiado das benesses fiscais do Luxemburgo e que surgem associadas ao mercado nacional, contam-se a Hypo Real State Group, um grupo financeiro alemão que tem interesses no setor imobiliário e controla o Depfa Bank.

A KBL Lombard International Assurance, empresa seguradora do Luxemburgo, e a Maus Frére, empresa suíça de retalho que distribui a marca Lacoste, são igualmente referidas, bem como grupo DPR Corp que atua no setor imobiliário. Há ainda referência a uma sexta empresa que não é identificada.» [Observador]
   
Parecer:

Lembram-se da famosa tentativa de compra da Galp com dinheiro da CGD no tempo em que o Durão Barroso era primeiro-ministro? A compradora era a Carlyle em associação com a Fomentivest onde trabalhava o Passos Coelho.

Sabem quem representa a Carlyle em Portugal? É um tal António Martins da Cruz, é compadre do Durão Barroso, de quem foi ministro dos Negócios Estrangeiros e ficou conhecido como pai da Diana, uma famosa candidata ao curso de medicina com vaga assegurada graças ao apoio generoso do governo.

Este país é mesmo pequeno, são sempre os mesmos. Mas o mais engraçado de tudo isto é que para uns aumentam o IRS e nunca mais o baixam, para os outros criam amnistias e perdões fiscais manhosos e ainda lhes baixam o IRC,
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Vomite-se.»
  
 Um esquentador cobardolas
   
«O Presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, cancelou esta quinta-feira de manhã a sua presença numa conferência sobre a Europa, em Bruxelas, na sequência da revelação, também hoje, de acordos fiscais secretos durante oito anos entre o governo luxemburguês e centenas de empresas multinacionais.

A ausência de Jean-Claude Juncker foi justificada pelo facto do responsável ter tido conhecimento de que Jacques Delors, antigo presidente da Comissão Europeia, que também era orador no evento, iria faltar por motivos de doença.      

"O ex-presidente da Comissão Europeia Jacques Delors não se sente bem e não vai viajar. Por essa razão, Jean Claude Juncker também não vai participar no diálogo", anunciou ao início da tarde Margaritis Schinas, porta-voz da Comissão Europeia.
      
A organização já criticou a ausência do responsável político num painel que pretendia discutir os desafios da Europa, sobretudo, importantes numa altura em que a Comissão conta com uma nova liderança.  

"Neste ponto de viragem para o projeto europeu e, quando se instala uma nova Comissão, lamentamos profundamente que o presidente não tenha achado  importante ou adequado vir discutir os desafios que enfrentamos com os cidadãos", pode ler-se num comunicado na organização, citado pela AFP.» [Expresso]
   
Parecer:

E era este senhor que exigia austeridade e mais austeridade a Portugal, governou um país oportunista que destruiu a receita fiscal dos parceiros e agora teve como prémio estar à frente da Comissão europeia.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Desligue-se o "esquentador"..»




 Amigos, amigos, negócios à parte
   
«O governo de Timor-Leste ordenou na segunda-feira a expulsão, no prazo de 48 horas, de oito funcionários judiciais, sete portugueses e um cabo-verdiano, depois dos responsáveis pelo setor judicial timorense rejeitarem acatar a resolução que determinava a suspensão dos contratos e a realização de uma auditoria ao setor.

“Quero dizer que segui sempre com muita preocupação estes desenvolvimentos. (…) Quero deixar muito claro que uma coisa é haver uma insatisfação com o desempenho de magistrados portugueses, que está no seu direito [de Timor], é um Estado de Direito. Está no seu direito de não querer renovar os contratos de trabalho desses magistrados, mas isso é muito diferente de os expulsar. São coisas totalmente diferentes”, disse.

Passos Coelho anunciou ainda que a cooperação no campo judiciário cessou “imediatamente” após a decisão da expulsão de 50 funcionários internacionais. “Apesar de ser uma jovem democracia, há ainda alguns problemas que têm de ser resolvidos em Timor-Leste. As decisões que [o governo timorense] tomou tornam impraticável a execução da cooperação que existe com Portugal na área judicial”, anunciou.» [Observador]
   
Parecer:

Os juízes estão e parabéns, são os primeiros funcionários do Estado que Passos Coelho defendeu. Se calhar é para não fazerem por cá o que fizeram em Timor.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»

 O ébola que se cuide
   
«A primeira medida de Carlos Moedas como novo Comissário europeu da Investigação, Ciência e Inovação consiste num fundo no valor de 280 milhões de euros para financiar a pesquisa sobre o ébola. Metade deste dinheiro vem do Horizonte 2020, orçamento da União Europeia para a investigação nos próximos seis anos e a outra metade vem da Federação Europeia das Indústrias e Associações Financeiras.» [Observador]
   
Parecer:

O Moedas é mortal, até para o ébola.
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»

 E a EDP é chinesa porquê?
   
«"Hoje a empresa não é portuguesa como resultado da interferência maravilhosa do anterior Governo na administração da PT. A PT acabou a ser brasileira. É a realidade e, se me dizem que a Oi não está interessada, só posso desejar que apareçam vários outros potenciais acionistas interessados", afirmou Pires de Lima, que está a ser ouvido há quatro horas no parlamento sobre a proposta de Orçamento do Estado para 2015.» [Notícias ao Minuto]
   
Parecer:

Pires de Lima está fazendo jogo sujo.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Vomite-se.»

 Nunca mais sai o ketchup
   
«O ministro da Economia, António Pires de Lima, considerou hoje que a recuperação do investimento "é como "'Ketchup' e golos do Ronaldo", já que assim que começa "vem em golpes mais fortes".

Pires de Lima está ser ouvido em reunião conjunta das comissões parlamentares de Orçamento, Finanças e Administração Pública e de Economia e Obras Públicas, no âmbito do debate na especialidade da proposta de Orçamento do Estado para 2015 (OE2015).» [i]
   
Parecer:

Grande ministro este que nós temos, trata da economia ao pontapé como se fosse bola.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Pobre Santinha da Horta Seca, primeiro via milagres, agora vê garrafas de molho tomate.»

   
   
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