sábado, dezembro 26, 2015

Gente em quem não se pode confiar

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Marcelo, Cavaco e Passos: farinha do mesmo saco

Alguém acredita que o competentíssimo dr. Macedo não sabia das pessoas que estava matando em nome da sua imagem de gestor eficiente? Só quem não conhece os métodos deste ambicioso acredita que cada vez que o seu ministério foi alertado ou questionando sobre mortes de doentes abandonados e ele não se informou dos riscos que estava enfrentando. Mas para o dr. Macedo a realidade que contava (já assim era na DGCI) é a que passa nos jornais e se estes insistiam em promover a sua imagem não se precisava de evitar mais mortes. Para gente ambiciosa como o dr. Macedo só os mortos que o podem prejudicar é que contam.

Alguém acredita que a dra. Maria Luís não conhecia a dimensão do buraco que tinha cavado no BANIF ou que o montante que investiu num banco de amigos era o que tinha roubado aos funcionários públicos em nome de um falso desvio colossal? Com o ar e sonsinha que tanto a caracteriza esta senhora tem mentido sistematicamente aos portugueses, ajudando a impor medidas de austeridade cujo grande objectivo eram a ajuda aos banqueiros. Na hora de despedida ainda teve tempo para arranjar um tacho ao seu amigo e ex-secretário de Estado dos Transportes, um nojo!

Alguém acredita que Cavaco não sabia do buraco do BANIF e estava mesmo preocupado com a estabilidade do sistema financeiro? Cavaco não percebia nada de banca mas ganhou centenas de milhares com negócios manhosos de acções, não sabia do que se passava no BES mas ajudou o banco a ludibriar pequenos investidores que graças às suas palavras compraram acções e aplicações financeiras que eram lixo, não sabia do que se passava no BANIF mas colocou como condição para "indicar" Costa para primeiro-ministro a estabilidade do sistema financeiro. Cavaco tem sido o verdadeiro protector dos banqueiros.

Alguém acredita que o primeiro-ministro no exílio teria defendido a aprovação do OE rectificativo se soubesse que o seu chumbo lhe devolveria o poder? Passos Coelho absteve-se na votação do OE por sabe muito bem que se o BANIF fosse à falência nem ele nem muitos dos seus pares da extrema-direita chique do PPD poderiam voltar a andar descansados numa rua do país. Este imbecil bem falante sabe muito bem que arruinou um banco só para que este não estragasse o cenário que estava montando para as eleições legislativas.

Alguém acredita que Paulo Portas tinha a intenção de devolver alguma sobretaxa? Paulo portas sabia muito bem das aldrabices que estavam sendo feitas com as receitas fiscais para criar a ideia de que seria reembolsada a sobretaxa, da mesma forma que sabia que os buracos no BES e no BANIF iriam servir para justificar mais quatro anos de reformatação do modelo social e político do país a coberto do chicote da troika.

Alguém acredita que a direita ia devolver salários e pensões? Os objectivos da extrema-direita chique que rodeia Passos Coelho são incompatíveis com a Constituição, a única hipótese de Passos impor a sua agenda ao país estava num segundo resgate, algo con  que Passos sonah e que o leva a recusar-se a abandonar a liderança do PSD. Passos sabe o estado em que deixou o país, daí que esteja convencido de que o PS precisará do seu voto no mesmo contexto  que se sucedeu com o anterior governo do PS.

Alguém acredita que se a extrema-direita chique tivesse ganho as eleições com maioria absoluta o cata-vento estaria agora a fugir de Passos Coelho como se este tivesse sarna?

Umas no cravo e outras na ferradura


  
 Jumento do dia
    
Paulo Macedo, o ex-Opus ministro da Saúde

Cada dia que passa ficamos a conhecer melhor a dimensão da canalhice do manhoso que esteve à frente na pasta da Saúde do governo do agora primeiro-ministro no exílio. Durante anos este sacrista andou a passar a imagem de que salvou o SNS graças ao sector farmacêutico, hoje conhecemos cada vez melhor a realidade do desastre que durante tanto tempo foi econdico dos portugueses pela boa imprensa de um manhoso.

A morte de portugueses que sofreram aneurismas durante os fins-de-semana e morreram em hospitais como o de D. José foram assassinados em nome do sucesso político desse grande gestor quer era o manhoso opus Macedo, foi ele que os matou em nome da sua brilhante carreira e não admira que se tenha escondido mal tenha deixado o cargo, sabia muito bem o que tinha feito.

«A pesquisa realizada pela Lusa aos requerimentos entregues pelos partidos políticos no Parlamento sobre o hospital de S. José mostram que o Bloco de Esquerda alertou quatro vezes, desde 2013, o Ministério da Saúde sobre a falta de tratamento dos aneurismas cerebrais no hospital de São José aos fins de semana e que agora terá causado a morte do jovem David Duarte.

Também o "Diário de Notícias" chamou a atenção para a gravidade da situação a 26 de janeiro de 2015 ao noticiar em primeira página "São José sem tratamento para aneurismas ao fim de semana".

O BE questionou o Governo PSD/CDS-PP em junho de 2013 sobre o problema da escala de Neurorradiologia de Intervenção no Centro Hospital de Lisboa Central/CHLC (que integra São José), tendo o gabinete do ministro Paulo Macedo reconhecido o problema e respondido esperar que "este constrangimento esteja ultrapassado brevemente".» [Expresso]

      
 Edgar Silva não se preparou para presidente desde criança
   
«Ah, não! Não sou como aqueles que, desde pequeninos, se prepararam para ser Presidente da República. Preparei-me, sim, durante muitos anos, para estar no meio dos mais pobres, junto dos mais explorados na sociedade. Preparei-me muito e em várias fases da vida para essa inserção na causa dos mais pobres. Essa foi a minha única preparação...» [Expresso]
   
Parecer:
Para presidente do Vaticano talvez....
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»
  
 António Ciosta vai treinar a próxima vítima de Portas
   
«Paulo Portas protagonizou o primeiro debate quinzenal com o primeiro-ministro, António Costa, mas não o voltará a fazer até ao congresso do CDS, que deverá acontecer até meados de abril. Serão seis os rostos do CDS a questionar o chefe do Governo nestes três meses: além do líder parlamentar, Nuno Magalhães, entrarão em cena Assunção Cristas, Cecília Meireles, João Almeida, Pedro Mota Soares e Telmo Correia.

A justificação para Portas se remeter para segundo plano é o facto de terminar em janeiro o seu mandato como presidente do CDS. Será, por isso, substituído por este grupo de dirigentes do partido e/ou da bancada parlamentar, a quem Portas tem feito questão de dar palco. Por coincidência, todos estavam na lista que há tempos o líder do CDS elencou como sendo boas hipóteses para lhe suceder. Outra coincidência: Portas ainda não revelou se será ou não candidato a mais um mandato.» [Expresso]
   
Parecer:

Quem der mais porrada em Costa sucede a Portas que, por sua vez, eliminá-lo-á quando cheirar a poder ou a polícia.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Aposte-se na Cristas pois o Portas tem uma grande queda para mulheres.»

 Deus nos livre destes procuradores do MP
   
«Segundo noticia o jornal i, o Ministério Público acredita que este cargo seria para favorecer a atividade imobiliária que António Figueiredo e os empresários chineses desenvolviam.

O Departamento Central de Ação Penal crê que Jaime Gomes, ex-sócio de Macedo e Zhu Xiaodong, empresário, “envidaram esforços para abrirem na China uma Agência de Imigração/Vistos Gold que divulgasse os serviços desenvolvidos por ambos em Portugal e angariasse clientela”.» [Notícias o Minuto]
   
Parecer:
A notícia diz que o MP crê, que o MP acredita e isso serve para lançar uma acusação nos jornais. Não diz que o MP provou ou o MP tem provas ou indícios, ficamos na mera crença dos magistrados, isto é, da convicção dos juízes passamos à convicção dos polícias. As pessoas já não são criminosas por cometerem crimes, basta que um magistrado tenha essa crença, ainda que sem quais indícios ou provas, basta um palpite policial para que um cidadão seja queimado nos jornais.

o dr. Ventoínhas disse que o MP não é uma associação criminosa e tem razão, pela forma como manda os pecadores para o inferno com base em meras crenças é mais uma associação religiosa.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Vomite-se.»
  

   
   
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sexta-feira, dezembro 25, 2015

O exilado

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A nova postura de Passos Coelho não é propriamente a de líder da oposição, é mais próxima da dos reis que depois de uma golpe republicano ficaram sem trono. Passos não aceitou a derrota eleitoral, continua a usar o seu pin com a bandeira de Portugal que ele e os membros do seu governo usaram.
  
Imitando os reis sem trono Passos tem uma agenda paralela como se viu na sessão montada pela Cruz Vermelha de Cascais onde teve uma recepção digna de um primeiro-ministro, sendo recebido por altas individualidades daquela instituição. Passos não critica o governo que considera ilegítimo, lembra a Ivone Silva no anúncio polémico ao Calcitrin onde diz que ama muito Portugal. Passos também anda por aí a vender o seu PSD extremistas dizendo que ama muito o país e é esse o seu segrego da longevidade política. Ama tanto que se recusa a aceitar que o povo o dispensou e que se deve demitir.

Na reunião do Partido Popular Europeu realizada em Madrid, logo no rescaldo das eleições legislativas, o PSD apelou ao apoio dos seus pares europeus contra aquilo a que designaram como golpe de Estado, nessa ocasião Passos estava em Portugal lutando pela manutenção do poder e mandou essa coisa pequena, esganiçada e farfalhuda do Rangel à capital espanhola. Já na última reunião foi ele que, já assumindo o papel de rei sem trono, foi a Bruxelas acompanhado do seu pajem Zeca Mendonça, o tipo dos pontapés que agora parece ter por função segurar-lhe no casaco, pedindo a compreensão dos seus pares para com o governo português.
  
Se não fosse a imagem de rei no exílio que o pantomineiro tenta fazer passar dir-se-ia que não há nada de novo neste Passos, este é o Passos em modo oposição, o Passos que aprovou as medidas de Sócrates e depois pediu desculpa aos portugueses, o Passos que reuniu horas com Sócrates para discutir o PEC IV e depois disse que foi apanhado de surpresa, este é o mesmo Passos de sempre, sonso, mentiroso e sem palavra para quem a conquista do poder tudo vale.
  
Este Passos espera que o resultado do estado em que deixou o país conduza a um segundo resgate para que nessa ocasião cumpra a sua ameaça de ajudara derrubar Costa para regressar à sua agenda de extrema-direita chique armada em libral, porque Passos só sabe governar em situações extremas, quando ninguém repara nas mentiras, na incompetência, nos negócios estranhos a que ele designa por democracia económica.
  

Umas no cravo e outras na ferradura




 Foto Jumento
  
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O Pai Natal é Tuga, Rua Augusta (2004)

 Imagem do Dia
  
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TERMINAN LAS OBRAS EN EL RASCACIELOS MÁS ALTO DE COREA DEL SUR

Operarios surcoreanos permanecen en la planta 123 del rascacielos Lotte World Tower durante la fase de finalización de las obras. El exterior del edificio se ha completado tras cinco años y dos meses de obras y se espera que el interior esté terminado para el próximo año. El rascacielos, de 550 metros de altura, es el más alto de Corea del Sur y el quinto del mundo. (Jeon Heon-Kyun / EFE)

  
 Jumento do dia
    
Paulo Macedo

A coragem nunca foi a praia do Opus Macedo, esta figurinha que fez carreira à custa do trabalho alheio ´mais especializada em manobras de propaganda do que em dar a cara pelas suas políticas. A Maria Luís perante o escândalo do BANIF foi a correr dar uma entrevista, mas as mortes nos hospitais não levam o Opus Macedo a sair do seu esconderijo, nem mesmo quando aqueles que o nomeou se demitem endereçando-lhe a responsabilidade.

 O primeiro-ministro no exílio


  
O primeiro discurso público do primeiro-ministro no exílio

Com a realidade miserável do país deixado pelos pafiosos a prejudicar a imagem do primeiro-ministro no exílio este desdobrou-se em intervenções passando a mensagem do político que se preocupa com o país, só olhe faltou ter o desplante de ir ao funeral do jovem que morreu no hospital de São José à espera de um dia útil.

Passos Coelho tenta sobreviver na liderança do PSD e receoso de que as sondagens conduzam à sua demissão no próximo congresso do PSD, abrindo caminho à liderança de Rui Rio, tenta sobreviver à custa de doses sucessivas de propaganda.

      
 Tenham aneurismas à terça-feira
   
«Temos interesse em ver o caso do jovem deixado morrer no Hospital de São José como isso mesmo, um caso. Assunto público, como a saúde. Na carta da namorada duas frases contam a história. Ao ir de ambulância, ela disse-lhe: "Eles vão cuidar de ti." Leia-se, para tirarmos das palavras a carga sentimental: o Estado, nas obrigações que lhe cabem de saúde dos cidadãos, vai cumprir o que deve. Na segunda frase, ao chegar ao hospital, a namorada ouviu: "Infelizmente calhou numa sexta-feira." Leia-se: as obrigações do Estado, neste caso, interrompem-se ao fim de semana. Enfim, tenham aneurismas às terças ou quintas. Ao fim das duas frases, depois da esperança ("vão cuidar") e da resignação ("calhou"), matou-se um homem. Os cortes foram longe de mais nos hospitais, diz-se agora. E também se diz que, apesar dos cortes cegos, havia mecanismos que, no caso de David Duarte, não foram seguidos. Os entendidos vão (vão?) tirar conclusões e os responsáveis decidiram que haverá, já, equipas de neurocirurgia nos hospitais adequados, aos fins de semana. Nós, os que sofremos de não saber o que é organizar a saúde pública (e acreditem, somos muitos, apesar do que vão ler nos jornais por estes dias), nós, os leigos, deveríamos ficar pelo essencial. E o essencial é: aquela frase - qual é a parte de "não há dinheiro" que não entendeu? -, tão batida a partir de 2011, era criminosa. Cheia de bom senso, mas prenhe de crimes. Este foi mais um.» [DN]

      
 Grande filho da ...
   
«Reposição de salários. Esta é a principal promessa da carta de boas-festas que o presidente da TAP enviou aos trabalhadores. Fernando Pinto afirma que tal é possível num tempo “em que a empresa não mais depende das limitações impostas pelo Orçamento de Estado”, cita o Diário de Notícias. Ou seja, a reposição salarial é possível devido à privatização da companhia aérea.

“Tenho consciência de que as dificuldades sentidas nos últimos anos não impediram que todos continuassem a dar o seu melhor. É justo que, existindo agora condições para garantir um futuro que todos desejamos, haja também um sinal de que o esforço individual e coletivo serão compensados”, afirma o presidente da TAP. Assim sendo, o aumento dos salários fica dependente da permanência da TAP nas mãos de David Neelman e Humberto Pedrosa.

Além da reposição dos salários, Fernando Pinto refere ainda na carta a reposição das regalias perdidas, mais aviões e renovações, e melhores serviços. Mas ressalva que estas reposições e melhorias terão de ser feitas de forma cuidadosa para que a que se assegure a estabilidade da TAP.» [Observador]
   
Parecer:

Um dia vamos conhecer este Fernando Pinto. Este canalha sabe muito bem que mesmo pública a TAP deixaria de estar sujeito às restrições salariais.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Espere-se pela oportunidade de responder a este maroto.»
  
 Deixem o Costa governar, diz o primeiro-ministro no exílio
   
«O presidente do PSD defende que "é altura de deixar governar aqueles que quiseram assumir essas responsabilidades", transmitindo que não deixará de colocar Portugal e os portugueses à frente nas suas decisões enquanto líder da oposição.

"Agora que há também um novo Governo é altura de deixar governar aqueles que quiseram assumir essa responsabilidade, dando-lhes tempo para que afirmem as suas políticas e contribuam para resolver os problemas mais relevantes que sempre surgem no caminho", declarou Pedro Passos Coelho num mensagem de Natal divulgada em vídeo nesta quinta-feira.

O líder social-democrata transmite, nessa mensagem, que não deixará, "como no passado, de colocar Portugal e os portugueses à frente em todas as escolhas que vier a fazer como líder do maior partido da oposição, procurando contribuir, nesta nova fase, com uma atitude igualmente responsável e construtiva que vá ao encontro das necessidades dos portugueses".» [Público]
   
Parecer:

Ridículo.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Dê-se a merecida gargalhada.»

   
   
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quinta-feira, dezembro 24, 2015

Prendas

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Já são conhecidas as prendas que a direita deu ao país. Mesmo escondido algures o Dr. Opus Macedo continua a oferecer-nos mortes por abandono nos hospitais, a Maria Luís deu-nos três mil milhões de euros num banco enterrado em nome das suas ambições, Cavaco Silva deu-nos uma banca privada que era das mais modernas da Europa e um exemplo de boa gestão para o país cuja estabilidade não pode ser posta em causa, Portas ofereceu-nos um reembolso de 0% da sobretaxa, Passos deu-nos o especial favor de votar a favor do OE rectificativo salvando mais uma vez o país e ajudando António Costa no poder enquanto ele continua a ser o primeiro-ministro no exílio.
  
Perante tanta prenda O Jumento não podia e ignorar e muito menos deixar de retribuir tanta generosidade da parte destes senhores.  Por isso aqui ficam algumas das prendas que lhes vamos oferecer.
  
Agora que Cavaco lidera o povo português na luta contra os comunistas em pleno PREC de António Costa faz sentido dar-lhe os meios adequados para prosseguir a sua luta, tanto mais que brevemente irá para a clandestinidade, juntando-se ao primeiro-ministro no exílio. Assim O Jumento oferece uma moca de Rio Maior, uma arma digna de um verdadeiro Viriato dos tempos modernos, um Viriato de Boliqueime.
  
Não me podia esquecer do saudoso dr. Opus Macedo, umas das personagens da vida política portuguesa que mais aprecio e que deixou o lugar central do palco político de forma sorrateira, ao ponto de ninguém se recordar dele, apesar do rasto de morte que ainda vai deixando. Como o senhor tem muitos pecadilhos de que precisa de se redimir ofereço-lhe um rolo de arame farpado para auto flagelar-se nos tintins durante um bom par de meses pois só assim purificará a sua alma para que este não vá conspurcar o céu.
  
Parece que a Maria Luís não vai querer voltar tão cedo a ser a funcionária pública que recordava ser nos lanches de Natal com os seus dirigentes no ministério das Finanças, o que quer dizer que aquela bunda vai ter de se habituar aos assentos do parlamento. Como o Passos espera que tal sacrifício durará pelo menos dois anos é apropriado oferecer uma almofadinha, não queremos que o seu Albuquerque nos venha ameaçar de morte só porque estragamos o dito cujo da senhora com calos parlamentares.

A Passos Coelho oferecemos um crucifixo e um terço para que os mantenha nio bolso até ao dia em que Rui Rio o tirar da liderança do PSD, podendo regressar para as empresas do padrinho Ângelo Correia.
  A todos os visitantes deste palheiro aqui ficam os desejos de Boas Festa.

Umas no cravo e outras na ferradura



   Fotos dos visitantes e amigo do Jumento


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Graffiti, Lisboa
  
 Jumento do dia
    
Passos Coelho

Como é que alguém que geriu o processo BANIF colocando interesses eleitorais acima de quaisquer outros pode agora vir invocar o "interesse nacional" para deixar passar o orçamento rectificativo das suas próprias vigarices? Este senhor devia ter-se demitido e é uma vergonha que tenha aberto a boca neste caso.

«O PSD decidiu abster-se na votação do Orçamento Retificativo decorrente da resolução do Banif. A defesa do “interesse nacional” foi um dos argumentos avançados por Pedro Passos Coelho na reunião que teve esta manhã com os deputados sociais-democratas. Desta forma, os sociais-democratas - ao contrário de PCP, BE, PAN e CDS, que votaram contra - deixam passar a solução encontrada para o banco, que terá, como António Costa referiu, “custos significativos” para os contribuintes.

Alguns deputados do PSD preferiam votar contra a decisão do Governo socialista, mas prevaleceu a posição do líder, que, além do mais, assumiu que não teria uma solução muito diferente daquela que António Costa anunciou ao país para o banco.

“O Governo agiu com inteligência e procurou salvaguardar a estabilidade financeira, os depositantes e os obrigacionistas do Banif”, declarou Passos Coelho terça-feira. “Com a experiência que tenho, calculo, até porque sei o que pensa a Direção-Geral de Concorrência e sei o que tem sido a abordagem do Banco Central Europeu nestas matérias, admito que não teria uma solução muito diferente desta que foi adotada, na medida em que não foi possível identificar ao longo destes anos um comprador para o Banif”.» [Expresso]

 Passos Coelho, o activo tóxico do PSD

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Rui Rio disse tudo quando declarou que dificilmente o PSD ganharia eleições com Passos Coelho na sua liderança e que com ele seria impossível uma aproximação entre PSD e PS. O distanciamento de Marcelo Rebelo de Sousa, que quase pediu a Passos Coelho para não o apoiar, aponta no mesmo sentido, quando o candidato presidencial garante que não derrubará Costa se ganhar as eleições está declarando que com o actual líder do PSD apoiaria um governo do PS.

Passos Coelho bem pode mandar o PSD aprovar medidas propostas pelo PS, recuando na afirmação de que nunca o faria, a verdade é que a sua aproximação ao centro entra em contradição com a agenda política que promoveu enquanto foi primeiro-ministro. Passos Coelho tentou fazer em democracia a política económica que Pinochet promoveu com o apoio da ditadura. Só que Pinochet teve resultados e Passos falhou.

O desemprego volta a aumentar, a economia está quase estagnada apesar do crescimento das exportações, o sistema financeiro parece um queijo suíço, o défice só ficará abaixo dos 3% com recurso a truques contabilísticos pois as receitas fiscais estão em queda. A política de Passos falhou mas o líder do PSD não o assume como sendo a consequência dos seus erros, é mais provável que venha a defender que a causa está na inversão na estratégia que seguiu e que passava por uma desvalorização fiscal do trabalho, na austeridade brutal, no desmantelamento dos bons serviços do Estado para favorecer o sector privado e na aposta em sectores de mão-de-obra barata.

Como se tudo isto fosse pouco Passos manteve o CDS no patamar eleitoral dos 10% quando o seu peso eleitoral é inferior a 4% e fê-lo despedindo deputados do PSD para no seu lugar colocar deputados do CDS. Não admira que Passos tenha tentado manter uma coligação de governo na oposição, Passos precisa do CDS porque o seu apoio dentro do PSD é cada vez mais pequeno.

Como se tudo isto não bastasse, Paulo Portas mantém-se agarrado ao PSD como se fosse uma lapa, ao mesmo tempo de radicaliza o seu discurso numa tentativa de ficar toda a direita junto à sua extrema-direita chique. Portas não larga Passos impedindo-o de virar a casaca e apresentar-se como social-democrata e o sector mais moderado do PSD dispensa essa mutação. Passso tentou ficar no pdoe sabendo que a sua demissão era inevitável, agora tenta manter-se na liderança do PSD acenando ao PSD com o poder a curto prazo. Mas no PSD só ele é que acredita nesse cenário.

Passos é agora um activo tóxico do PSD, ele e gente como Relvas, Montenegro, maria Luís, Paula Teixeira da Cruz, Marco António e outras figuras da sua equipa são uma espécie de partido mau. Resta agora saber como é que se vai fazer no PSD uma resolução do tipo do que foi feito no BES, mandando estes activos tóxicos para um PSD Mau, de onde pouco ou nada há para aproveitar para o futuro.

 A Cristas quando ainda tinha a crista arrebitada



Vale a pena rever este vídio do temo em qe a Cristas ainda andava de Cristas arrebitada e a falar grosso. Vale mesmo a ena ver a partir dos seis minutos e comparar com o que se tem vindo a saber nos últimos dias.

 Como é possível?

Como e possível que numa boa parte do país abrangido pelo Hospital de São José não possa ser feita uma operação de urgência a um aneurisma durante o fim-de-semana sabendo-se que muito provavelmente os doentes morrerão ou sofrerão sequelas gravíssimas? Só um um bandido como o Paulo Macedo podia andar a dizer que salvou o SNS graças à sua competência!

 O fim da coligação da oposição

O CDS, partido do irrevogável vice-primeiro-ministro que coordenava as pastas económicas, votou contra o OE rectificativo, enterrando a coligação pafiosa e esquecendo as responsabilidades do seu líder no caso BANIF.

      
 Penhoras como forma de pressão
   
«O Tribunal de Contas (TdC) quer que a Autoridade Tributária (AT) fundamente a escolha do bem a penhorar para o pagamento de dívidas fiscais, uma exigência que o fisco contesta, alegando “a inexistência de uma obrigação legal” para essa justificação.

Contrariando a recomendação do TdC, que alerta para “a falta de um registo e de manutenção, em histórico, da decisão fundamentada da escolha do bem objecto de penhora”, o fisco alega que “uma vez respeitadas as vinculações legais, a escolha do bem a penhorar se traduz no exercício de um poder discricionário [do fisco], que não arbitrário”.

Esta recomendação do TdC (que consta do relatório de auditoria à Conta Geral do Estado de 2014) poderá pretender acabar com uma alegada prática do fisco que, como parecem revelar alguns números, usa as penhoras como meio de pressão sobre os contribuintes. Os números da instituição parecem ir nesse sentido, uma vez que, em 2014 foram marcadas 3.271.9991 penhoras e, destas, concretizadas apenas 431.2342 (13%).

Os auditores do TdC referem ainda que foram depositados 215 milhões de euros, mas destes, apenas 141 milhões de euros (65,9%) foram afectos a processos de execução fiscal, sendo os créditos o tipo de activo mais frequentemente penhorado e de maior valor.» [Público]
   
Parecer:

Nem tudo o que é legal é ternamente aceitável.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Avalie-se a situação de forma independente da hierarquia do fisco.»
  
 Mais um morto para a conta do Opus Macedo
   
«A presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar de Lisboa Central, a que pertence o Hospital de S. José, apresentou nesta terça-feira a demissão depois de um doente de 29 anos ter morrido naquela unidade hospitalar por não existir equipa de neurocirurgia vascular para o operar, após a ruptura de um aneurisma.

A decisão de Teresa Sustelo foi apresentada numa conferência de imprensa no Ministério da Saúde, que contou ainda com o presidente da Administração Regional de Saúde e Vale do Tejo, Luís Cunha Ribeiro, e o presidente do Centro Hospitalar de Lisboa Norte, Carlos Neves Martins. Estes dois últimos responsáveis também se demitiram na sequência do caso.

“Nos últimos anos, com os cortes que tivemos na área da saúde, estes hospitais não tiveram a possibilidade de ter recursos humanos para dar resposta a situações de doentes como este”, explicou Luís Cunha Ribeiro. O responsável da ARS de Lisboa garantiu que já encontraram com a tutela uma solução e que agora ambos os centros hospitalares passam a conseguir tratar estes casos, independentemente da hora ou dia da semana. Cunha Ribeiro assumiu que “isto não limpa, não permite esquecer ou desculpar” a morte do doente, mas defendeu que a resposta encontrada demonstra “a vitalidade do Serviço Nacional de Saúde, a sua capacidade de resposta e a sua capacidade de se adaptar”.» [Público]
   
Parecer:

Desta vez em  vez de organizar uma Missa de Aão de Graças como fez na ex-DGCI o Opus Macedo devia ter organizado uma missa dos defuntos.

Em vez de missa o Opus Macedo deve retirar-se para oração para pedir a remissão dos seus pecados enquanto aperta os Tintins com arame farpado, como mandam as regras da congregação.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Organize-se uma missa para pedir que os pecados do Opus Macedo sejam perdoados.»

 Determinação, diz ela
   
«Além das duras críticas ao anterior Governo, Mariana Mortágua declarou que a solução encontrada para o Banif pelo atual Executivo é intolerável.

“A proposta que nos garante aqui [dr. ministro das Finanças] é inaceitável, não garante os postos de trabalho e limpa o dinheiro dos contribuintes para entregar ao Santander. Estamos confiantes e certos de que a melhor altrenativa seria o Banif ficar na sfera pública, mesmo que isso implique determinação face a Bruxelas”, concluiu.» [Expresso]
   
Parecer:
Pois, a determinação do Tsipras...
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se com condescendência.»

 E porque não mais três anos
   
«O director do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), Amadeu Guerra, deu três meses ao procurador Rosário Teixeira, que dirige o inquérito que visa o ex-primeiro ministro José Sócrates, para o magistrado lhe entregar “um memorando no qual seja indicado o prazo previsível para a emissão de despacho final no referido inquérito”, anunciou nesta quarta-feira a Procuradoria-Geral da República (PGR) através de comunicado.

A nota explica que Amadeu Guerra solicitara, em Novembro, ao titular da Operação Marquês um relatório detalhado sobre a situação dos autos, designadamente sobre as diligências já realizadas e a realizar. “Esse relatório foi apresentado, na passada semana. Na sequência do mesmo, o director do DCIAP determinou que lhe seja entregue, nos próximos três meses, um novo memorando no qual seja indicado o prazo previsível para a emissão de despacho final no referido inquérito”, refere-se.

Este comunicado surge depois de, na semana passada, José Sócrates ter responsabilizado directamente a procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, pela actuação do Ministério Público no processo conhecido como Operação Marquês, nomeadamente pelo incumprimento dos prazos de inquérito, numa entrevista na TVI.» [Público]
   
Parecer:

A verdade é que deforma clara ou de outras formas há muitos ano que andam a tramar José Sócrates, não admira que perante a fragilidade das provas precisem de mais tempo.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Vomite-se e autorize-se o inspector fiscal a ver todos os dados fiscais dos protugueses na busca de provas contra Sócrates..»

 Os últimos meses do ano não iam ser bons?
   
«Quando falta apurar apenas um mês de execução orçamental, os números da receita não apontam para qualquer reembolso da sobretaxa de IRS em 2016, através do crédito fiscal lançado pelo anterior Governo de Pedro Passos Coelho.

O crescimento das receitas fiscais do Estado até Novembro está ligeiramente abaixo do previsto para o conjunto do ano e a cobrança conseguida através do IVA e do IRS, os dois impostos que contam para calcular o crédito fiscal, também estão abaixo do desempenho esperado. Isto significa que, se na execução orçamental de Dezembro nada se alterar, não haverá devolução de qualquer parte da sobretaxa de IRS paga ao longo deste ano (esta medida não deve ser confundida com as alterações na sobretaxa de IRS que entram em vigor a partir de 1 de Janeiro).» [Público]
   
Parecer:

Quando foi questionada há alguns meses atrás sobre o aumento do défice a iletrada Maria Luís Albuquerque falava de impostos como quem lê a sina e assegurava que os últimos meses do ano são bons em receitas fiscais. Está-se a ver.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Questione-se a iletrada sobre as suas bruxarias.»

   
   
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