domingo, abril 03, 2016

Umas no cravo e outras na ferradura



 Jumento do dia
    
Paulo Rangel, esganiçado

É uma pena que Pedro Arroja não se dedique a adjectivivar os políticos do PSD, ainda que se perceba que só se dedique a avaliar raparigas casamenteiras, mesmo sabendo-se que para os padrões actuais também poderia analisar os rapazes casadoiros. Não pretendo com isto sugerir a Pedro Arroja que avalie a possibilidade de pedir Paulo Rangel em namoro, mas talvez fosse interessante ouvi-ou chamar esganiçado ao eurodeputado do PSD. E até o poderia fazer pois ainda não há comissões de protecção da igualdade dos rapazes, pelo que não levaria com nenhum processo.

Mas se Catarina Martins é uma esganiçada, o que dizer de Paulo Rangel? Nem mesmo no BE há um discurso tão esganiçado e intelectualmente pobre como o do esganiçado Rangel, tão pobre que até custa ouvi-lo do princípio ao fim. É deprimente ver aquele que foi uma alternativa a Passos subir ao palanque do PSD para agradecer o tachinho europeu e fazer um discurso que mais parecia um anúncio publicitário da graxa Nugget.

recorde-se que no tempo em que Relvas sugeria aos jovens que emigrassem este esganiçado chegou a sugerir a criação de uma agência para apoiar e promover a emigração. Mas on esganiçado já se deve ter esquecido desta brilhante ideia com que tentou ajudar Passos Coelho.

 Ridículo

O mesmo partido que promoveu uma desvalorização fiscal do trabalho, aumentando o IRS para o devolver aos patrões sob a forma de uma redução do IRC, vem agora queixar-se da destruição da classe média por via da carga fiscal.

No mesmo congresso onde se dizem cobras e lagartos da coligação e, em especial, do PCP, acusado de apoiar a Coreia do Norte, eis que surge uma alta individualidade a elogiar a coligação que junta o PCP e o PSD em Loures. Enfim, as coligações com o PCP são boas se ajudam o PSD a chegar ao poder.

O PSD é tão SD que o congresso deixou cair o "social-democracia sempre".

 Acontece

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Abbie Rogers, via Observador.

      
 Mais uma vez a nossa doença angolana
   
«O que é que faz PCP, PSD e CDS juntarem-se num voto comum com denso significado político? Angola. O que faz juntar Paulo Portas, Jerónimo de Sousa, Passos Coelho, Assunção Cristas num silêncio mais ou menos incomodado sobre claras e grosseiras violações dos direitos humanos e da democracia? Angola. O que faz Paulo Portas, esse corifeu do anti-comunismo, e da liberdade económica, agora convertido à digna carreira dos negócios, queixar-se da “judicialização da relação entre Portugal e Angola” a propósito da prisão de Orlando Figueira, antigo procurador do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), acusado de ter engavetado um processo em que era investigado Manuel Vicente, antigo dirigente da Sonangol? Angola.

Aqueles a que se solta a boca com o que se passa na Venezuela, aqueles que espumam com a viagem de Obama a Cuba, aqueles que correm para escrever artigos indignados com a duplicidade da esquerda face a regimes como o norte-coreano, o cubano, ou o venezuelano, agora explicam-nos que o regime angolano nada tem que ver com o comunismo. É um regime “pragmático”. Lá isso é, mesmo muito pragmático.

O mais espantoso argumento é o que acha que nada se pode dizer sobre o que se está a passar, visto que o que está em causa é o sistema judicial, os tribunais, o “Estado de direito” angolano e isso é tão inquestionável como os tribunais ingleses de juízes e advogados de cabeleira e velhos direitos do júri, onde há habeas corpus e... o primado da lei. Dizer, aliás, o “Estado de direito” angolano devia provocar uma sonora gargalhada, se o assunto não fosse demasiado sério.

Criticar a Coreia do Norte está bem. Criticar a Birmânia está bem e é muito longe e não se sabe nada para nosso conforto. Criticar a Síria e a “ditadura” de Assad está bem. Bater palmas à queda de Khadafi, mesmo com o incómodo do seu linchamento público, está também muito bem. Até ao nosso parceiro na CPLP, a Guiné Equatorial, podemos torcer o nariz. Tivessem eles “salvo” o Banif, talvez já não fosse assim.

Mas há ditaduras e ditaduras. E a questão já não é só ideológica, bem longe disso. Isso era antes e só funcionava para o PCP. Para o PSD, o CDS e parte do PS, é o “pragmatismo” que conta, ou seja, as que estão próximas de nós pelo dinheiro, com essas é que é preciso muita prudência. Na verdade, se investem em Portugal, pagam pelo menos o direito de não serem tratadas como ditaduras, apenas “Estados africanos em construção”, importantes motores de negócios, países mais ou menos exemplares.

Veja-se a China, cujo Partido Comunista Chinês comprou durante o Governo Passos Coelho algumas das mais importantes empresas portuguesas. Pelo menos uma, qualquer consideração estratégica do interesse nacional deveria impedir que fosse vendida, a REN. Mas a lei que definia os sectores de valor estratégico para Portugal, — anoto, não é para a economia portuguesa, é para Portugal —, por singular coincidência, só foi publicada depois da venda. Grande Partido Comunista Chinês, vanguarda do capitalismo mundial, exemplo de gestão da economia, parceiro desejado, governante dos homens que pagam umas centenas de milhares de euros para virem a ter a nacionalidade portuguesa com um “visa dourado”. Pelos vistos pagam a frente e ao lado. Mas os refugiados que se acumulam na Grécia e na Turquia, esses, não têm dinheiro para comprar um passaporte europeu, nem prédios de luxo, nem comissões a advogados e imobiliárias, nem luvas para “agilizar” o processo.

Angola é o que se sabe. Não havendo propriedade privada dos diamantes ou do petróleo ou dos outros bens naturais do país, apenas concessões às grandes petrolíferas americanas ou às empresas estatais, o que decorre da exploração desses recursos são biliões de dólares que são a principal riqueza de Angola. Para onde vão? Do lado “recebedor” desses gigantescos fundos está a cleptocracia governante em Angola, a começar na família do Presidente, estendendo-se para a entourage da Presidência, e para um conjunto de generais que ascenderam ao poder durante a guerra civil, e a que se juntam altos quadros do MPLA, administradores de empresas públicas, embaixadores, ministros e “homens de negócios”. Nenhum deles construiu a sua riqueza que não fosse pelo acesso ao poder político. Os seus nomes são conhecidos de todos, estão sistematicamente presentes em duas listas: as dos que violam os direitos humanos, como as da Amnistia Internacional, e as dos corruptos que todas as polícias europeias e americanas conhecem, incluindo a portuguesa.

Os seus nomes são também conhecidos, familiares, da “casa” de uma parte considerável da elite portuguesa, políticos, jornalistas, empresários, banqueiros, advogados, que têm negócios com eles. Há mesmo alguns casos, como o de um antigo diplomata, ex-ministro dos Negócios Estrangeiros, que é funcionário do Governo angolano para conduzir como “consultor” aquilo a que chama “diplomacia privada”. Há jornais, bancos, grandes empresas, investimentos imobiliários, terras, casas, e muita “influência” paga com o dinheiro angolano. Não há também nenhum negócio corrupto em Portugal de grande dimensão, ou queda de banco ou escândalo financeiro, que não vá ter a um destes angolanos, desde o BES, e o seu obscuro BESA, até ao “caso Sócrates”. E há demasiadas histórias que se sussurram e que circulam de boca sobre gente que foi espancada numa esquina de Lisboa ou Cascais, e que, vá-se lá saber porquê, não parece muito interessada em que a polícia investigue os seus agressores. E, no meio de tudo isto, abrem-se todos os dias os jornais, a começar pela imprensa económica, e vê-se notícias sobre notícias sobre os grandes negócios em que participam pessoas cuja riqueza foi roubada ao povo angolano, como se fosse a coisa mais normal do mundo.

O argumento que pensam ser definitivo e arrasador é da “irresponsabilidade” que seria criticar Angola ou estas pessoas poderosas, porque quem iria pagar o preço seriam os portugueses que lá vivem e trabalham. Não é preciso ir mais longe para perceber que, com este argumento, estão a dizer tudo sobre a natureza do regime angolano e sobre a sua “democracia”. Daí vem a tese de que, “para proteger os portugueses”, têm de dançar com os demónios todos. Claro que não lucram nada com isso.

Mas o ponto é sensível. Há de facto muitas empresas e empresários que ganhavam muito dinheiro antes da actual crise em Angola. Pagavam todas as “propinas” necessárias e sobrava-lhes ainda lucro. E, quando confrontados com isso, encolhiam os ombros com cinismo e diziam: “Se não fôssemos nós, seriam os chineses, ou os franceses, ou os espanhóis.” Verdade, mas isso coloca-os hoje no mesmo barco daqueles a quem pagaram.

Mas há infelizmente muitos outros, os que de facto não têm defesa. Os portugueses em Angola, os que precisaram mesmo de ir para Angola trabalhar ao apelo de Passos Coelho para “saírem da sua zona de conforto” e para fugir ao desemprego por cá, esses servem para o argumento do silêncio. Na verdade, nada os protege, muito menos o silêncio, porque é o silêncio da fraqueza e os fracos nada podem quando as coisas endurecerem. Enquanto o regime angolano for o que é, nada os protege. Serão sempre as vítimas de um regime que não hesita em retaliar sobre os mais fracos para proteger os mais fortes.

Mas as coisas vão endurecer mesmo. A crise do preço do petróleo faz escassear os bens que os predadores estavam habituados a ir buscar à cornucópia da abundância. Eles se encarregarão de se guerrear entre si pela pouca água que jorra da fonte outrora abundante. E serão os próprios angolanos, aqueles que hoje vão para a cadeia, que acabarão por falar mais alto. Porque têm razão e são corajosos. É com eles que os portugueses deveriam estar.» [Público]
   
Autor:

Pacheco Pereira.

      
 O dinheiro não dá para tudo
   
«Só no último sábado, negro como são agora todos os dias para milhares de angolanos, foram a enterrar em dois cemitérios de Luanda, Mulemba e Camama, mais de 100 pessoas. A semana passada foram registados mais de 1000 óbitos e os coveiros já deixaram de ter direito a folga. Os medicamentos começam a escassear nas farmácias, por falta de recursos para os importar, e os proprietários das casas mortuárias não têm mãos a medir.

O número de cadáveres que chegam diariamente às morgues, superlotadas e sem um mínimo de condições de higiene, pode não refletir as estatísticas fornecidas pelos serviços dos cemitérios oficiais. “Falta apurar os enterros nos cemitérios clandestinos”, reconhece uma fonte do governo provincial de Luanda, que pede para não ser identificada.

Nos corredores dos hospitais da capital angolana estendem-se, estiradas no chão, centenas de mulheres, desesperadas com o estado de saúde dos filhos. São oriundas, sobretudo, da periferia de Luanda, e os seus gritos refletem o ambiente fúnebre que se instalou nos subúrbios da capital.» [Expresso]
   
Parecer:

O enriquecimento de alguns faz as suas vítimas, as mesmas vítimas que o Jornal de Angola ignora nos seus editoriais em defesa da família reinante.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Lamente-se.»
  
 Ainda bem que há terroristas medricas
   
«Salah Abdeslam, suspeito de envolvimento nos atentados de Paris, em novembro, e o único sobrevivente do grupo de atacantes, recusou voluntariamente fazer-se explodir, afirmou, na noite de sexta-feira, o seu irmão, ao canal televisivo belga BFMTV.

Mohamed Abdeslam disse que o seu irmão "optou voluntariamente por não se fazer explodir" com os outros extremistas do Estado Islâmico que mataram 130 pessoas nos atentados na capital francesa.» [DN]
   
Parecer:

E em Bruxelas houve outro que teve medo.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»

 Uma voz decente no congresso do PSD

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«José Eduardo Martins foi a primeira voz anunciada como mais crítica da atual liderança do PSD a falar no congresso para dizer que o partido tem “de agir. Não podemos passar o tempo a reboque da iniciativa alheia e a correr atrás dos acontecimentos, como infelizmente tem acontecido”. E atirou ainda uma crítica ao tempos do Governo: “Vivemos numa trip ideológica no governo”.

“Não contem connosco para aprovarmos retificativos, mas isso não nos impede de apresentarmos no parlamento as nossas propostas, E isso não tem acontecido”. E o social-democrata ainda acrescentou que o partido não pode apenas falar na social-democracia quando está na oposição: “Isso faz-se quando estamos no Governo”. Aliás, sobre este mesmo capítulo, o antigo deputado do PSD falou ainda da “ótima oportunidade” que pode significar para o PSD “este encosto do PS à sua esquerda” numa altura em que o partido quer “recuperar a matriz política”.

Ainda assim, José Eduardo Martins disse encontra “esperança” no discurso de Passos na abertura dos trabalho do congresso, para logo a seguir voltar a apontar – sempre num tom de voz suave e controlado – que “o PSD está paulatinamente a perder a sua relação política com os reformados e pensionistas. E somos os últimos culpados desta situação. No governo falámos sempre de cortes nas pensões de forma fria como se por trás não estivesse uma pessoa frágil”.» [Observador]
   
Parecer:

Eis que no meio do rebanho há uma ovelha tresmalhada.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «~Elogie-se o discurso.»

 O FMI foi desmascarado
   
«O WikiLeaks divulgou a transcrição de uma teleconferência interna entre o diretor europeu do Fundo Monetário Internacional (FMI), Poul Thomsen, e a chefe da missão na Grécia, Delia Velculescu, que está a agitar a imprensa financeira neste sábado. E o primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, já convocou um conselho de ministros extraordinário para saber como reagir. Na conversa, os dois responsáveis do FMI aparecem a admitir a saída do FMI da troika e a admitir que se deixe chegar a Grécia perto de “um default” (um incumprimento na dívida) para que a Europa tome, finalmente, uma decisão sobre o perdão de dívida.

Já não é novidade que a Comissão Europeia e o FMI não se entendem, há vários meses, sobre as reformas a aplicar na economia grega e, sobretudo, sobre o perdão da dívida grega (aos fundos europeus) que o FMI exige para continuar a bordo dos resgates financeiros a Atenas. Mas a revelação desta teleconferência – cuja autenticidade não foi confirmada oficialmente – ilustra a gravidade do impasse e, também, mostra os meios até onde o FMI parece estar disposto a ir para forçar uma solução.

A conversa teve lugar a 19 de março, mas só este sábado foi revelada pelo WikiLeaks, um portal de publicação de informações e documentos confidenciais. Os responsáveis do FMI aparecem a falar sobre a melhor forma de fazer pressão sobre a Europa — leia-se, sobre a Alemanha — para que possa ter lugar, finalmente, uma reestruturação da dívida que Atenas tem junto dos fundos europeus. Só com essa reestruturação, advoga o FMI, a dívida grega pode considerar-se sustentável — condição essencial para que o fundo entre com dinheiro para o resgate.» [Observador]
   
Parecer:

Isto é muito grave.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «A senhora Lagarde que explique.»

 O jornal de negócios da família Santos reage
   
«Intitulado “Contra as ingerências”, o editorial do jornal estatal recorda os 50 anos passados sobre a descolonização de África para criticar igualmente a delegação da União Europeia em Luanda e embaixadas dos Estados-membros que tomaram posição sobre a forma como decorreu o julgamento e pela proporção das penas aos 17 ativistas, por crimes de atos preparatórios para uma rebelião e associação de malfeitores.

“A declaração da União Europeia, a posição tomada pelo Governo e Assembleia da República portuguesas configuram violações grosseiras e inaceitáveis, na medida em que põe em causa o país e as suas instituições. Além da tendência e visão paternalista que leva as entidades e individualidades estrangeiras a pôr em causa determinados Governos e instituições, é recorrente o tratamento de menoridade”, lê-se no editorial.

Os ativistas, contestatários do atual regime angolano, foram condenados na segunda-feira pelo tribunal de Luanda a penas de prisão, que já estão a cumprir apesar dos recursos da defesa, entre os dois anos e três meses a oito anos e meio de prisão efetiva. Entre estes encontra-se o rapper luso-angolano Luaty Beirão, mas todos alegaram que apenas se encontravam, em reuniões semanais, para discutir política e que defendem uma transição pacífica do poder em Angola.» [Observador]
   
Parecer:

Este Jornaol de Angola começa a enjoar.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Mande-se o JA à bardamerda.»

 Marcelo vai conhecer a senhora Merkel
   
«O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, deverá fazer uma visita oficial a Berlim, capital da Alemanha, entre 23 e 24 de maio e é possível que se encontre com a chanceler Angela Merkel, diz o Expresso.

O convite para Marcelo Rebelo de Sousa visitar a capital germânica partiu do seu homólogo alemão, Joachim Gauck. Ainda não está confirmado se vai haver ou não um encontro entre o Presidente da República e a chanceler alemã.

O Expresso recorda um comentário de Marcelo Rebelo de Sousa em 2012, quando ainda intervinha semanalmente aos domingos na TVI, onde referiu que Angela Merkel era “muito arrogante” e que a chanceler alemã tinha de “aprender a humildade dos fortes”.» [Observador]
   
Parecer:

Pode ser que o professor lhe dê uma lição de humildade, enfim, ensina o roto ao nu.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Sorria-se.»
  
 Passos escolhe Maria Luís para o suceder
   
«Pedro Passos Coelho chamou a ex-ministra das Finanças Maria Luís Albuquerque para uma das vice-presidências do PSD. O líder mostra assim o apoio, sem hesitações, à ex-governante, envolvida na polémica sobre o novo cargo de administradora não executiva na empresa financeira britânica Arrow Global, que teria feito várias contratualizações com o Estado quando esta era ministra das Finanças.

Para além de Maria Luís, sobem a vice-presidentes Sofia Galvão, que foi vice de Manuela Ferreira Leite, e Teresa Morais, ex-secretária de Estado da Igualdade. Saem Pedro Pinto que fica à frente da Comissão Financeira, Carlos Carreiras, que será o coordenador autárquico, e Matos Correia, que ficará à frente do novo Conselho Estratégico.» [Expresso]
   
Parecer:

A escolha de Maria Luís para presidente do PSD significa que Passos prepara Maria Luís para o caso de ter de sair.
   
Despacho do Director-Geral do Palheiro: «Espere-se para ver.»
  
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